quarta-feira, 8 de Julho de 2009
terça-feira, 23 de Junho de 2009
Benfica do Ribatejo A Sua História Nas Memórias De Um Benfiquense - Amândio Gomes Branco
Livro "Benfica do Ribatejo A Sua História Nas Memórias De Um Benfiquense" - Amândio Gomes Branco 
Amândio Gomes Branco, um ilustre Benfiquense, um homem da Cultura,
Fundador do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, seu Director durante várias Décadas, seu Apresentador em centenas e centenas de actuações, em Portugal e no Estrangeiro, apresenta-nos e delega-nos nas suas memórias agora editadas neste valioso livro, um enorme legado para a nossa geração e gerações futuras.

Benfica do Ribatejo , deve-lhe muito... Obrigado Sr. Amândio Gomes Branco pela sua força e preserverança na defesa da nossa identidade cultural.
Amândio Gomes Branco, um ilustre Benfiquense, um homem da Cultura,
Fundador do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, seu Director durante várias Décadas, seu Apresentador em centenas e centenas de actuações, em Portugal e no Estrangeiro, apresenta-nos e delega-nos nas suas memórias agora editadas neste valioso livro, um enorme legado para a nossa geração e gerações futuras.

Benfica do Ribatejo , deve-lhe muito... Obrigado Sr. Amândio Gomes Branco pela sua força e preserverança na defesa da nossa identidade cultural.
sábado, 20 de Junho de 2009
Festa de Elevação a Vila em Benfica do Ribatejo
Nos próximos dias 20 e 21 de Junho, sábado e domingo Benfica do Ribatejo completa 14 anos desde que foi decidida a elevação da sua categoria a vila.
Para assinalar a data e a efeméride, a Junta de Freguesia organiza dois dias de festa em colaboração com Câmara Municipal de Almeirim, Associação Cultural e Desportiva de Benfica do Ribatejo, Clube de Futebol de Benfica do Ribatejo, Secção de Petanca de Azeitada, Associação Columbófila de Benfica do Ribatejo.
A festa conta com o seguinte programa:
SÁBADO – 20 de Junho
10:00 Início de Torneio de Petanca no Campo de Futebol
10:30 Início do Encontro de Chinquilho no Campo de Futebol
11:00 Passeio Equestre pela Vila e Freguesia.
15:00 Entrega de Prémios aos participantes nos Torneios
18:00 Cerimónia da atribuição do nome de Ruas na Urb. do Alqueve
20:30 Cerimónia de entrega de Medalhas da Vila a personalidades
21:00 Apresentação do livro “Benfica do Ribatejo, a sua história nas memórias de um benfiquense” de Amândio Branco
21:30 Baile abrilhantado pelo Conjunto ANTÓNIO FRANCO (Associação C.D. Benfica do Ribatejo)
22:30 Espectáculo com a presença de TRIO ODEMIRA (Associação C.D. Benfica do Ribatejo)
00:00 Continuação do Baile pela noite dentro
DOMINGO - 21 de Junho
08:00 Hastear das Bandeiras na Junta de Freguesia.
08:30 Lançamento de morteiros para assinalar os 14 anos de elevação de Benfica do Ribatejo à categoria de Vila
09:30 Abertura ao público das sanitários Públicos no Mercado
10:00 Entrega de Sala à Associação Columbófila de Benfica do Ribatejo (Mercado Municipal de Benfica)- FUTURO MUSEU ETNOGRÁFICO E DO TRAJE
Para assinalar a data e a efeméride, a Junta de Freguesia organiza dois dias de festa em colaboração com Câmara Municipal de Almeirim, Associação Cultural e Desportiva de Benfica do Ribatejo, Clube de Futebol de Benfica do Ribatejo, Secção de Petanca de Azeitada, Associação Columbófila de Benfica do Ribatejo.
A festa conta com o seguinte programa:
SÁBADO – 20 de Junho
10:00 Início de Torneio de Petanca no Campo de Futebol
10:30 Início do Encontro de Chinquilho no Campo de Futebol
11:00 Passeio Equestre pela Vila e Freguesia.
15:00 Entrega de Prémios aos participantes nos Torneios
18:00 Cerimónia da atribuição do nome de Ruas na Urb. do Alqueve
20:30 Cerimónia de entrega de Medalhas da Vila a personalidades
21:00 Apresentação do livro “Benfica do Ribatejo, a sua história nas memórias de um benfiquense” de Amândio Branco
21:30 Baile abrilhantado pelo Conjunto ANTÓNIO FRANCO (Associação C.D. Benfica do Ribatejo)
22:30 Espectáculo com a presença de TRIO ODEMIRA (Associação C.D. Benfica do Ribatejo)
00:00 Continuação do Baile pela noite dentro
DOMINGO - 21 de Junho
08:00 Hastear das Bandeiras na Junta de Freguesia.
08:30 Lançamento de morteiros para assinalar os 14 anos de elevação de Benfica do Ribatejo à categoria de Vila
09:30 Abertura ao público das sanitários Públicos no Mercado
10:00 Entrega de Sala à Associação Columbófila de Benfica do Ribatejo (Mercado Municipal de Benfica)- FUTURO MUSEU ETNOGRÁFICO E DO TRAJE
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Na abertura das festas da cidade
Coube ao nosso Rancho, ser o primeiro a subir ao palco 2, palco reservado ao folclore durante as Festas da Cidade de Almeirim.
Com a inauguração a decorrer e o Executivo Camarário a visitar cada um dos expositores da Feira das Actividades Económicas, o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo desfilou das tasquinhas ao palco e com um repertório marcado pela variedade e qualidade dignificou a sua freguesia, Benfica do Ribatejo.
sábado, 16 de Maio de 2009
Vai Nascer Museu Etnográfico e do Traje em Benfica do Ribatejo

O Executivo da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo liderado por Amândio Freitas eleito nas listas da CDU, apresentou em sede de Assembleia de Freguesia uma proposta para adaptação do Mercado Municipal da vila a Museu.
Na sessão ordinária de Assembleia que reuniu a 30 de Abril último, os deputados presentes aprovaram por unanimidade a proposta da CDU que poderá enriquecer não só a vila mas toda a freguesia com um equipamento cultural capaz de preservar a história e a memória colectiva da sua população. Em tempos repleto de agricultores, comerciantes e pescadores na venda dos seus produtos, o mercado municipal datado da década de 30 é hoje um espaço praticamente deserto sem dinamismo nem capacidade atractiva. Amândio Freitas defende:«o que importa é que este espaço tenha vida e o Museu bem dinamizado, pode ser um espaço com vida.
No próximo mês vamos reunir com a população, porque queremos que aqueles que se interessam e gostam participem para que o Museu Etnográfico e do Traje de Benfica do Ribatejo seja identificado como uma memória das vivências e tradições de todos e não só de alguns».
Em nome do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, o presidente Ricardo Casebre declarou ao jornal " Almeirinense"que, tendo em conta, os seus objectivos e responsabilidade no respeito pela cultura e preservação da tradição da população de Benfica, a Associação que preside, e que preserva as tradições orais e culturais da Freguesia á 30 Anos, está disponível para desempenhar um papel activo no sentido de apoiar quer na recolha do património quer na identificação dos usos, costumes e trajes, tendo já na sua posse algum espólio recolhido sem que tenha tido até agora possibilidade de o expor em público, por falta de um local próprio para o efeito.
In " Jornal Almeirinense"
quinta-feira, 16 de Abril de 2009
quarta-feira, 11 de Março de 2009
Inserido nas Comemorações do 30º Aniversário do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, realiza-se dia 25 de Abril de 2009,no Pavilhão Desportivo Municipal de Benfica do Ribatejo, uma Gala Especial com a participação de Grupos de Portugal- Angola - Timor.
Servindo esta Gala Internacional de arranque para a logistica do:
Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival - Municipality Almeirim - 22,23,24,25-April 2010 Portugal
segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
Rancho de Benfica do Ribatejo, Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros na Criação da Rota Avieira
Rancho de Benfica do Ribatejo, Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros na Criação da Rota Avieira
Rota Turística vai ligar Vila Franca à Golegã pelo rio Tejo
O projecto de criação de uma rota turística com base no rio Tejo, apresentado pelos promotores da elevação da cultura avieira a património nacional, foi aceite pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDRA), estando em avaliação.
João Serrano, da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), uma das instituições envolvidas no processo, disse hoje que o projecto tem um investimento estimado de 27 milhões de euros, envolvendo 39 instituições de todo o país.
O objectivo é desenvolver uma rota turística com base no rio Tejo, ligando a Marina do Parque das Nações à Golegã por vias fluvial, rodoviária e aérea, afirmou.
Para garantir esta acessibilidade, o projecto integra dois aeródromos, o de Santarém e o de Benavente, este com um percurso em dois aviões anfíbios que ligará a Marina do Parque das Nações às aldeias avieiras, disse.
O projecto prevê a recuperação das aldeias avieiras (que acolheram as populações migrantes, sobretudo da Vieira de Leiria, que, nas primeiras décadas do século XX, procuraram no Tejo a subsistência que o mar não lhes dava) desde a Azambuja até à Golegã.
Uma das componentes do projecto é a reconstrução de raiz das aldeias das Faias (em Benfica do Ribatejo, Almeirim), Palhota (Cartaxo), Barreira da Bica (Vale de Figueira, Santarém) e Caneiras (Santarém) e a recuperação de algumas casas palafitas no núcleo da Azinhaga (Golegã) e Azambuja, disse João Serrano.
Do consórcio que assina o projecto fazem parte 18 empresas e investidores, as Universidades de Aveiro e Évora, os Institutos Politécnicos de Santarém e Tomar, o Instituto de Arte, Design e Marketing de Lisboa e o Instituto Hidrográfico, além da Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant) e sete câmaras municipais.
Estão ainda envolvidas as paróquias de Vale de Figueira, que quer ver recuperado o altar e a talha, do início do século XVIII, da sua igreja, e a de S. Vicente do Paul (ambas do concelho de Santarém), que tem já em curso um investimento para acolhimento de caminheiros da Rota Mariana que quer alargar ao turismo.
O projecto insere-se no esforço para elevar a candidatura avieira a património nacional, um processo que, segundo João Serrano, este ano passará pela realização de diversas iniciativas que visam dar visibilidade à cultura avieira, como a peça de teatro que está em cena no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e que tem esgotado a sala.
Segundo disse, actualmente estão em curso 16 estudos, o primeiro dos quais a ser publicado até ao final de Março abordando a questão da religiosidade popular avieira, que vão fundamentar a candidatura a património nacional.
Estes estudos, antropológicos, etnográficos e sociológicos, vão acompanhar a evolução da candidatura nos próximos três anos, adiantou.
Os promotores da candidatura avieira aguardam ainda resposta do ministro da Cultura a um pedido de audiência, já que fazem questão de lhe apresentarem o projecto, acrescentou.
Para Novembro está a ser preparado o I Congresso Nacional da Cultura Avieira, onde será feito o ponto de situação da candidatura e apresentados os resultados de alguns estudos.
sábado, 27 de Setembro de 2008
Minuto de silêncio por António Mendes
Mirante
SECÇÃO: Sociedade
27 Set 2008, 09:05h
A Assembleia Municipal de Almeirim fez um minuto de silêncio, antes do início dos trabalhos da sessão desta sexta-feira à noite, pela morte do ex-presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, António Mendes. Foi ainda aprovado por unanimidade um voto de pesar proposto pela bancada do PS, partido pelo qual tinha sido eleito para o cargo durante dois mandatos.
SECÇÃO: Sociedade
27 Set 2008, 09:05h
A Assembleia Municipal de Almeirim fez um minuto de silêncio, antes do início dos trabalhos da sessão desta sexta-feira à noite, pela morte do ex-presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, António Mendes. Foi ainda aprovado por unanimidade um voto de pesar proposto pela bancada do PS, partido pelo qual tinha sido eleito para o cargo durante dois mandatos.
quarta-feira, 17 de Setembro de 2008
Faleceu António Mendes Ex Presidente da JF de Benfica do Ribatejo

Foi com enorme consternação, que a noticia foi recebida, o sofrimento dos Ultimos meses de vida de um Homem Bom tinha finalmente chegado ao fim... "FALECEU O ANTÓNIO MENDES"...
... Transportou durante anos, como motorista das Ambulâncias de Benfica do Ribatejo, centnas e centenas de doentes, foi o conforto de muitos na hora da partida.. Partiu um homem Bom, que merece ser recordado...
Até Sempre Amigo, António Mendes...
PARA LEMBRAR
SECÇÃO: O poder local aqui tão perto
26 Out 2004, 22:19h
António Mendes, autarca de Benfica do Ribatejo e agente funerário
Na junta com os vivos, na profissão com os mortos

É um homem simples, que não tem feitio nem jeito para ser político. É assim que se define António Mendes, que cumpre o segundo mandato, eleito como independente pelo PS, à frente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim.
António Mendes, antes de ser presidente, já tinha tido contacto com a autarquia. Durante sete anos foi condutor das ambulâncias da junta. Actividade que lhe proporcionou o contacto com muita gente e algumas amizades que ainda preserva.

Começou a trabalhar aos 11 anos, depois de ter feito a quarta classe, num armazém de adubos em Benfica do Ribatejo. Hoje, com 57 anos, o homem que nasceu em Cortiçóis é agente funerário. Uma profissão onde se sente bem, apesar de em criança ter a mania de querer ser electricista.
Os mortos não o assustam. Costuma vesti-los e prepará-los para os funerais. Pior são alguns vivos. António Mendes não gosta de pessoas complicadas, que reclamam por tudo e por nada. Mas ao seu jeito de pessoa simples, amável, ouve toda a gente e tenta resolver os problemas de todas as pessoas.
Para além da junta de freguesia e da actividade profissional, que já lhe ocupam muito tempo, o autarca tem ainda a seu cargo 9 hectares de vinha. A maior parte das uvas vão para a adega cooperativa de Benfica, mas o autarca faz sempre em casa cerca de 3 mil litros.
Gosta de ter sempre uma pinga caseira para oferecer aos amigos e para dar a pessoas a quem deve favores. Preza um bom petisco, mas não é pessoa de andar sempre nos cafés ou em farras com os amigos. Apesar de ser produtor e de gostar do néctar da região, passa semanas que não bebe um copo.
O autarca, que diz não ter jeito para aldrabices, gosta do ar puro, do cheiro do campo, da sensação de liberdade. É ele que faz as podas da vinha, as curas e na vindima é quem leva as uvas para a adega.
Já foi doente pelo Benfica, o clube de futebol, e foi muitas vezes ao estádio da Luz. Agora anda mais afastado das andanças do futebol, principalmente por causa das promiscuidades que se sentem no sector.
Caracteriza-se como um “mãos largas”. Se conseguir, faz tudo para satisfazer um pedido. Anda sempre a correr, facto que o tem impedido de caçar. Todos os anos tira a licença, mas há uma década que não dispara um tiro das suas três espingardas.
Já esteve em Macau, onde foi tropa em 1970. Passou por Timor e pela costa africana. Para além disso já foi à Madeira e a Espanha. Não é homem de andar a viajar. É mais um homem de acção e de trabalho. E só vai parar quando não tiver forçasO Funeral realiza-se amanhã dia 18 Setembro pelas 18h
domingo, 27 de Julho de 2008
Rancho dá provas de grande vitalidade...

O festival internacional de folclore de Benfica do Ribatejo, que acabou por se estender às quatro freguesias do concelho de Almeirim, foi a grande prova do dinamismo e da actual capacidade de mobilização do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo (RFBR). Durante quatro dias, de 24 a 27 de Abril, passaram por Almeirim cerca de 300 elementos de grupos etnográficos vindos da Inglaterra, Grécia, Itália, Turquia, Senegal, Índia, Jordânia e Finlândia, a que se juntaram todos os agrupamentos folclóricos de Almeirim, numa organização que, em termos logísticos, reuniu perto de 150 colaboradores. A Assembleia Municipal distinguiu o trabalho e a dedicação dos envolvidos com um louvor atribuído por unanimidade e aclamação.
“Além de ser o maior evento que já realizámos, o festival foi um grande sucesso que valorizou bastante o folclore no concelho e projectou a imagem de Almeirim de uma forma bastante positiva”, declara, em jeito de balanço, Ricardo Casebre, actual responsável do RFBR. “Houve muitas coisas que nos surpreenderam pela positiva, como o facto de muitos miúdos que nem gostavam ou sequer conheciam o folclore, hoje estarem a pedir para dançar no rancho de Benfica e quererem fazer parte dele”, exemplifica. Ricardo Casebre não esconde o desejo de repetir a experiência, “talvez em 2010, porque este tipo de festival tem uma estrutura tão pesada que torna quase impossível realizá-lo anualmente”.

Fundado em 1979, o RFBR dá continuidade ao antigo Rancho Folclórico dos Pescadores de Benfica do Ribatejo, fundado em 1955 pela mão de Celestino Graça. Tal como o seu antecessor, o actual rancho tem como missão apresentar e valorizar historicamente o trajar, costumes, usos, cantos, danças e formas de socialização da década compreendida entre os anos de 1925 e 1935. “Tentámos recuperar e preservar as músicas e os trajes dos pescadores da época, e adicionámos os trajes e as danças típicas da lezíria ribatejana e da charneca”, explica o presidente do rancho, que conta, neste momento, com cerca de 40 elementos. “E temos também o rancho folclórico infantil de Benfica do Ribatejo, que é uma escola de formação para o rancho adulto”, acrescenta Ricardo Casebre.
Envolver o rancho em actividades que o aproximem da comunidade tem sido um dos principais objectivos de Ricardo Casebre, que salienta que “este grupo está bastante dinâmico e tem muita vontade de fazer as coisas acontecer”. O RFBR, que até tem por objectivo preservar a cultura piscatória ancestral ligada à faina no rio Tejo, está a participar activamente no projecto de candidatura da cultura avieira a património nacional. “Estamos envolvidos na recuperação de alguns caminhos vicinais e agrícolas, e gostávamos de recuperar a antiga aldeia avieira que existiu junto a Benfica”, explica Ricardo Casebre.
In Rota das Freguesias : http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=d2ddea18f00665ce8623e36bd4e3c7c5&id=da442cb1a3877a9688991ca4880bf573&drops[drop_edicao]=152&drops[drop_edicao]=152
Delegação de Benfica do Ribatejo integra comitiva
Lançamento Oficial da Cultura Avieira a Património Nacional
Representantes do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo e Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros neste projecto integram comitiva neste LANÇAMENTO OFICIAL
O projecto de candidatura da cultura avieira a património nacional foi oficialmente lançado no sábado, 19 de Julho, com um percurso marítimo a bordo do varino Liberdade, cedido pela câmara municipal de Vila Franca de Xira. O objectivo foi dar a conhecer, de perto, a realidade do grande estuário do Tejo e da cultura avieira existente entre Lisboa e Valada, no Cartaxo
Representantes do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo e Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, parceiros neste projecto integram comitiva neste LANÇAMENTO OFICIAL
O projecto de candidatura da cultura avieira a património nacional foi oficialmente lançado no sábado, 19 de Julho, com um percurso marítimo a bordo do varino Liberdade, cedido pela câmara municipal de Vila Franca de Xira. O objectivo foi dar a conhecer, de perto, a realidade do grande estuário do Tejo e da cultura avieira existente entre Lisboa e Valada, no Cartaxo
sábado, 5 de Julho de 2008
Benfica do Ribatejo em festa espera muitos visitantes
Texto de:João Nuno Pepino

Benfica do Ribatejo em festa espera muitos visitantes
Entre os dias 10 e 13 de Julho, todos estão convidados a passar pelas festas populares de Benfica do Ribatejo, que se realizam junto ao pavilhão desportivo da vila. Do programa deste ano, destaque para as tasquinhas, que vão servir os pitéus típicos da gastronomia regional, e para a mostra económica e cultural, que se realiza pela segunda vez em 2008. "Este ano, queremos dar um salto quantitativo e qualitativo", afirma o presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, Amândio Freitas, dando conta do sucesso alcançado na primeira edição.

O ano passado, a mostra económica e cultural arrancou com 14 expositores, e este ano conta já com 21 stands de empresas e instituições vindas maioritariamente da freguesia. Na vertente gastronómica, os visitantes encontram sete tasquinhas estendidas ao longo de 42 metros do recinto, e o tempo quente convida a um petisco ao ar livre. Os espaços são explorados por colectividades locais, que encontram nas festas uma boa oportunidade de angariar alguns fundos. Durante quatro dias, animação não vai faltar na vila, até porque o programa tem actividades para todos os gostos.

Na animação musical, destaque para as actuações do duo romântico brasileiro Lucas & Matheus, no dia do encerramento, mas também para Tina T (na 6ª feira) e Edna Pimenta e Banda Bambaiana (no sábado). Em termos desportivos, realiza-se um torneio de futsal, um de petanca e outro de chinquilho, para além da 1ª milha urbana de Benfica do Ribatejo. Destaque ainda para o passeio equestre pela freguesia, que se realiza no sábado, e para o fogo de artificio que encerra os festejos.

"A vila vai mexer bastante durante estes dias", promete Amândio Freitas, que não tem visto grande andamento aos projectos estruturantes que quer concretizar na vila, casos do complexo desportivo no Pinhal do Bacalhau, ou do centro cultural, apesar de já ser certo dizer que será instalado no edifício do mercado.
"São projectos de maior dimensão, que não dependem só de nós, mas não vamos desistir deles", explica o autarca, garantindo que o executivo local não tem estado parado. A Junta adquiriu recentemente um autocarro que tem uma importância cada vez maior no transporte da população, sobretudo entre os mais idosos, e investiu cerca de 80 mil euros (com ajuda da Câmara) na aquisição de uma varredoura para assegurar a higiene urbana, e que será apresentada publicamente no dia 12, durante as festas da freguesia.
Junta recupera
património local
A Fonte Branca vai recuperar a sua traça original. A reconstrução será feita a partir de uma fotografia encontrada em Mora, na posse de uma septuagenária que viveu em Benfica do Ribatejo até aos seus 16 anos. A Junta andou mais de um ano à procura de uma imagem.

Benfica do Ribatejo em festa espera muitos visitantes
Entre os dias 10 e 13 de Julho, todos estão convidados a passar pelas festas populares de Benfica do Ribatejo, que se realizam junto ao pavilhão desportivo da vila. Do programa deste ano, destaque para as tasquinhas, que vão servir os pitéus típicos da gastronomia regional, e para a mostra económica e cultural, que se realiza pela segunda vez em 2008. "Este ano, queremos dar um salto quantitativo e qualitativo", afirma o presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, Amândio Freitas, dando conta do sucesso alcançado na primeira edição.

O ano passado, a mostra económica e cultural arrancou com 14 expositores, e este ano conta já com 21 stands de empresas e instituições vindas maioritariamente da freguesia. Na vertente gastronómica, os visitantes encontram sete tasquinhas estendidas ao longo de 42 metros do recinto, e o tempo quente convida a um petisco ao ar livre. Os espaços são explorados por colectividades locais, que encontram nas festas uma boa oportunidade de angariar alguns fundos. Durante quatro dias, animação não vai faltar na vila, até porque o programa tem actividades para todos os gostos.

Na animação musical, destaque para as actuações do duo romântico brasileiro Lucas & Matheus, no dia do encerramento, mas também para Tina T (na 6ª feira) e Edna Pimenta e Banda Bambaiana (no sábado). Em termos desportivos, realiza-se um torneio de futsal, um de petanca e outro de chinquilho, para além da 1ª milha urbana de Benfica do Ribatejo. Destaque ainda para o passeio equestre pela freguesia, que se realiza no sábado, e para o fogo de artificio que encerra os festejos.

"A vila vai mexer bastante durante estes dias", promete Amândio Freitas, que não tem visto grande andamento aos projectos estruturantes que quer concretizar na vila, casos do complexo desportivo no Pinhal do Bacalhau, ou do centro cultural, apesar de já ser certo dizer que será instalado no edifício do mercado.
"São projectos de maior dimensão, que não dependem só de nós, mas não vamos desistir deles", explica o autarca, garantindo que o executivo local não tem estado parado. A Junta adquiriu recentemente um autocarro que tem uma importância cada vez maior no transporte da população, sobretudo entre os mais idosos, e investiu cerca de 80 mil euros (com ajuda da Câmara) na aquisição de uma varredoura para assegurar a higiene urbana, e que será apresentada publicamente no dia 12, durante as festas da freguesia.
Junta recupera
património local
A Fonte Branca vai recuperar a sua traça original. A reconstrução será feita a partir de uma fotografia encontrada em Mora, na posse de uma septuagenária que viveu em Benfica do Ribatejo até aos seus 16 anos. A Junta andou mais de um ano à procura de uma imagem.
terça-feira, 1 de Julho de 2008
Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo actuou no Dia da Cidade
23 Jun 2008, 18:01h
Festas de Almeirim animaram a cidade
Folclore, marchas populares e concertos encheram os jardins da Biblioteca Municipal de Almeirim durante as festas da cidade de Almeirim que terminaram este domingo. Na zona das tasquinhas milhares de pessoas apreciaram os variados petiscos característicos da região assim como as farturas e o pão com chouriço.
Festas de Almeirim animaram a cidade
Folclore, marchas populares e concertos encheram os jardins da Biblioteca Municipal de Almeirim durante as festas da cidade de Almeirim que terminaram este domingo. Na zona das tasquinhas milhares de pessoas apreciaram os variados petiscos característicos da região assim como as farturas e o pão com chouriço.
sábado, 21 de Junho de 2008
terça-feira, 25 de Março de 2008
" Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival" a realizar de 24-25-26 a 27 Abril 2008" em todo o Concelho de Almeirim


Este projecto é um dos pontos altos da programação cultural do Concelho de Almeirim, concebido para ser integrado nas comemorações do 25 Abril 2008, reunindo grupos vindos de diferentes partes do mundo, e envolvendo uma série de actividades: desfiles, noites de gala, animações de rua, ateliers de dança, workshops envolvendo a população local, animação infantil, etc.
A Primeira edição deste Festival contará com a participação de 5 a 9 grupos estrangeiros, com uma média de 30 pessoas por grupo, e quatro grupos nacionais que durante 3 dias irão envolver a Vila de Benfica do Ribatejo (e não só) no colorido das suas tradições.
Quebrando as barreiras de raça, credo ou ideologia, grupos vindos dos quatro cantos do mundo celebram a paz entre os povos através da música e da dança. O Folclore, como expressão das culturas tradicionais, revela o que cada povo tem de único e diferente - a sua identidade.

O Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival , quer provar aos habitantes de Benfica do Ribatejo, e em especial a todos os que visitarem este evento que se realizara por todo o concelho de Almeirim, a magia do encontro daqueles que preservam e mantêm vivas as suas raízes - a sua herança cultural.
É de verdadeira festa, no seu sentido mais puro e genuíno, que estamos a falar! Durante 3 dias e em representação de 5a 9 países, mais de 300 artistas, entre músicos, bailarinos e figurantes, irão encher o Concelho e a Vila (e não só) de uma alegria contagiante, partilhando com a população a sua forma de sentir o folclore.
http://festfolclorebenficaribatejo.blogspot.com/
http://BenficadoRibatejoInternationalFolkdanceFestival.wordpress.com/
RFBR Membro do CID - Conselho Internacional de Dança – Unesco

Estimados amigos, a nossa missão está em marcha...
Estamos certos que muito trabalho já foi feito,mas muito falta fazer, e só com o empenho e a ajuda de toda a Sociedade Civil do Concelho de Almeirim, será possivel dar a grandeza que este evento merece.
Estamos certos que as populações de Almeirim, Fazendas de Almeirim, Raposa, Paços dos Negros e Benfica do Ribatejo Freguesias onde irá decorrer o Festival, vão sair á rua e receber como tão bem o sabem fazer, Povos com outras Culturas e fazer deste Festival uma Grande Festa de Amizade e Partilha de Costumes..

Contamos com todos os habitantes do Concelho de Almeirim, para apoiarem esta Grandiosa Manifestação Cultural, a realizar em Abril de 2008.
Sendo este o evento idealizado para assinalar as Comemorações do 25 de Abril.
A Direcção da Associação Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo com a parceria da Câmara Municipal de Almeirim e a colaboração de grandes instituições do concelho, com as quais se estão a desenvolver parcerias, está a organizar o evento " Benfica do Ribatejo International Folkdance Festival" a realizar de 24-25-26 a 27 Abril 2008", tendo por base a participação de 5 a 9 Grupos de Folclore Estrangeiros, de alto nível de representatividade, sendo alguns desses grupos profissionais, com comitivas compostas por 30/35 componentes.
Este evento, irá decorrer em Benfica do Ribatejo e todo o Concelho de Almeirim com particular Incidência na Cidade de Almeirim.
O Secretariado deste evento, convidou e agregou á organização, personalidades de todo o Concelho e alguns de outros pontos do País, por serem neste tipo de evento uma mais-valia, para que os diversos sectores sejam altamente qualificados para tão exigente organização.
Pretendemos engalanar Benfica do Ribatejo e o Concelho de Almeirim, para que este evento tenha a capacidade de mobilizar a sociedade civil, tornando este festival apetecível e prestigiante a nível internacional, reforçando assim a sua continuidade.
Estamos a organizar a Brochura Oficial (Livro) do Festival, com o programa, que irá ser enviado aos grupos e distribuída pelo público durante todo o evento.
domingo, 6 de Janeiro de 2008
Computadores portáteis nas escolas de Almeirim
Durante este ano o projecto inicia-se nas escolas de Cortiçois (Benfica do Ribatejo) e Canto do Jardim, também conhecida por P3 (Almeirim). Para ano de arranque do projecto foram adquiridos 28 computadores, num investimento que rondou os 18 mil euros.
O projecto PET 21 para a educação tecnológica em Almeirim é apresentado esta segunda-feira na reunião do executivo camarário. A iniciativa desenvolvida pelo pelouro das Novas Tecnologias da Câmara de Almeirim, visa dotar a médio prazo, e numa primeira fase, as escolas do concelho com um computador portátil por cada dois alunos, dos terceiros e quartos anos do primeiro ciclo de escolaridade.
Segundo o vereador Pedro Ribeiro (PS) “com a introdução deste programa dá-se um passo de gigante rumo à era do conhecimento. Isto para além de que poderemos transmitir aos nossos investidores, aos nossos empresários, a mensagem que a mão-de-obra local será no futuro bem mais especializada e qualificada tendo em comparação outros concelho do nosso país”, salienta.

Durante este ano o projecto inicia-se nas escolas de Cortiçois (Benfica do Ribatejo) e Canto do Jardim, também conhecida por P3 (Almeirim). Para ano de arranque do projecto foram adquiridos 28 computadores, num investimento que rondou os 18 mil euros.
quarta-feira, 3 de Outubro de 2007
Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo na Parada da SIC
O Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, vai participar dia 6 de Outubro,a convite da SIC,na Festa de Aniversário, que esta estação de Televisão organiza pela 2 vez consecutiva.
BEM-VINDO À PARADA SIC 15 ANOS!
Se perdeu o ano passado, dia 6 de Outubro deste ano não pode passar em branco! Depois de um retumbante sucesso com cerca de 100.000 pessoas a assistirem e 2.500 participantes contabilizados na primeira edição, está aí a 2ª Parada da Sic que desfilará mais um ano na Avenida da Liberdade, durante 6 horas de emissão em directo, com a presença das caras mais famosas da estação, mais elefantes, tigres e jibóias, balões gigantes e palhaços. Para completar muita, muita música. Não falte, contamos consigo!
HORÁRIO DA PARADA:
14:00 / 23:00






BEM-VINDO À PARADA SIC 15 ANOS!
Se perdeu o ano passado, dia 6 de Outubro deste ano não pode passar em branco! Depois de um retumbante sucesso com cerca de 100.000 pessoas a assistirem e 2.500 participantes contabilizados na primeira edição, está aí a 2ª Parada da Sic que desfilará mais um ano na Avenida da Liberdade, durante 6 horas de emissão em directo, com a presença das caras mais famosas da estação, mais elefantes, tigres e jibóias, balões gigantes e palhaços. Para completar muita, muita música. Não falte, contamos consigo!
HORÁRIO DA PARADA:
14:00 / 23:00






domingo, 19 de Agosto de 2007
domingo, 12 de Agosto de 2007
Rancho de Benfica do Ribatejo actuou em Directo na RTP1
Actuação do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo na RTP1 na abertura do Programa Portugal Azul, Transmitido em directo a partir da Cidade de Santarém no dia 3 de Agosto de 2007.
quarta-feira, 8 de Agosto de 2007
Recuperação da Vila Avieira de Benfica do Ribatejo

Primeiros passos foram dados para a Recuperação da Vila Avieira de Benfica do Ribatejo na Zona das Oliveirinhas, Faias e Cucos.


Por iniciativa do Departamento do Estudo Sócio Cultural (Secção Cultural)do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, foi proposta uma parceria com a Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo antigos proprietários e descendentes, para que com a ajuda destas entidades e o voluntariado das Associações RFBR e Escuteiros , se desse inicio á recuperação do valioso património ainda existente nas margens do Rio Tejo em toda a amplitude das terras que fazem frente ao tejo com a Vila de Benfica do Ribatejo.


Esta proposta pretende recuperar e preservar um valioso património cultural da Vila de Benfica do Ribatejo,que tem uma grande descendência de familias Avieiras,que se deslocaram da Vieira de Leiria e se estabeleceram nas margens do Tejo procurando o seu sustento no Rio, quando o mar deixou de ser a unica opcção para estas gentes do mar.

Com esta iniciativa pretende-se alertar as entidades oficiais, para a importância de iniciar este projecto, criando condições para vir a nascer um importante ponto Turistico e de desenvolvimento para o Concelho e em especial para a Vila de Benfica do Ribatejo, aproveitando as condições naturais oferecidas pela sua localização.
Esta proposta nasce pelo facto do RFBR ser neste momento parceiro na tarefa de propor A Cultura Avieira a Património Nacional,projecto a ser desenvolvido pela Associação A.I.D.I.A (Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça),sendo que alguns estudos e recolhas orais e fotográficas obtidas pelo Secção Cultural do Rancho F de Benfica do Ribatejo vão ser incluidas num livro, que está a ser cuidadosamente preparado,por dois Srs de grande dimensão cultural,Sr.João Monteiro Serrano e pelo Dr. Aurélio Lopes a editar pelas Edições COSMOS num estudo sobre a Cultura Avieira na nossa Região.




Visita in loco pelo Sr.João Monteiro Serrano Investigador e Responsável da Associação A.I.D.I.A






Visita ao Local e inicio da intervenção do Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, junto de proprietários para 1ªavaliação do trabalho a desenvolver.
Acta que prova o Inicio deste Projecto
Resumo da reunião entre o Sr. Amândio Freitas, Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo; Ricardo Casebre, do rancho folclórico de Benfica do Ribatejo e João Serrano, da AIDIA
Local: Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo
20/03/2007
Conclusões:
1. Objectivo da reunião: dar a conhecer a ideia de projecto de candidatura da cultura Avieira a património nacional.
2. Foi feito o ponto de situação dos contactos até agora mantidos e dos convites feitos para arranque do projecto.
3. Foi apresentado o resumo da reunião de trabalho na Palhota: nomear uma comissão de trabalho, de carácter provisório, constituída para dinamizar o arranque do projecto, até à criação da comissão dinamizadora definitiva.
4. Foi abordada a possibilidade da ligação do projecto às Escolas.
5. Avaliada a possibilidade de participação da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo e da Câmara Municipal de Almeirim nos trabalhos de candidatura.
6. Foi vista a necessidade de se elaborar um memorando com as ideias para a recuperação e valorização do património cultural dos Avieiros de Benfica do Ribatejo, nomeadamente:
i. Recuperação da ponte e do caminho municipal que dão acesso à aldeia Avieira de Benfica do Ribatejo.
ii. Recuperação das casas Avieiras que ainda existem e de reconstrução das que foram destruídas.
iii. Estudo da cultura Avieira local.
iv. Elaboração de um Plano de Pormenor para a recuperação da aldeia e do meio envolvente.
.
v. Inclusão do projecto na dinâmica de desenvolvimento local.
7. Sugeriu-se a possibilidade da integração das ideias num plano de pormenor, para efeitos de candidatura e de participação no projecto global.
8. Sugerido o contacto com a Câmara Municipal de Almeirim para apresentar a ideia de projecto.
9. Foi vista a possibilidade de uma exposição temática de fotografia, a partir do portfólio já existente sobre os Avieiros de Benfica do Ribatejo, assim como um trabalho de pesquisa sobre o mesmo tema, para ser publicado em forma de livro.
10. O representante da AIDIA responsabilizou-se pela elaboração da acta e pelo seu envio pela Internet para os participantes.
11. Será também encaminhada a acta com as conclusões da reunião na aldeia da Palhota
Benfica do Ribatejo e Alpiarça, 20 de Março de 2007
juntabenfica@clix.pt
joaoserrano@mail.pt
ricardocasebre@hotmail.com

PROJECTO: DESENVOLVIMENTO DA CULTURA AVIEIRAReunião na aldeia Avieira da Palhota
16 Presenças de acordo com a lista anexa
10/03/2007, às 14,30 horas
Conclusões específicas:
1. Foi feita a apresentação da ideia de projecto de desenvolvimento da cultura Avieira, de acordo com o documento anexo
2. Sugeriu-se a necessidade de definir o que é passível de ser considerado importante para o projecto de desenvolvimento em termos de oferta cultural
3. Humberto Vasconcelos, da Assoc. Palhota Viva (APV): aproveitar a geminação do Escaroupim com Vieira de Leiria para propor uma confraria Avieira; tentar o acesso ao Dr. Luís Marques, administrador dos arquivos da RTP para ter acesso aos documentos sobre os Avieiros. Esta questão remete para a proposta de se convidar a RTP para ser um dos parceiros do projecto
4. Leonel Lúcio, da APV: no estudo dos núcleos Avieiros, deve ter-se em conta que eles existem também em Alcácer do Sal e na foz do Sado
5. Leonel Garcia, da Cooperativa Alves Redol: concorda com a proposta apresentada, de desenvolvimento da cultura Avieira. Sugere que o estudo da cultura Avieira, possivelmente a ser feito pelo Instituto Politécnico de Santarém tenha uma perspectiva de integração das várias componentes daquela cultura. Sugere que cada interveniente, na fase imediatamente após esta reunião, encontre a forma de cooperar para a realização do projecto de candidatura. Empenhar-se-à para que a proposta se concretize. Por fim fez uma apresentação dos valores culturais de Vila Franca de Xira, nomeadamente sobre os Avieiros, Varinos e os Campinos e propôs que, no estudo, se possa vir a traduzir a riqueza das relações sociais entre eles
6. Paulo Vicente, da Junta de Freguesia de Vieira de Leiria: na Vieira não existe, da parte dos locais, a memória tão viva das raízes, como entre os Avieiros do Tejo, nas aldeias Avieiras. O projecto tem razão de ser, como continuidade do trabalho que se tem desenvolvido, em alguns lugares como Salvaterra de Magos, e ao longo dos tempos. O projecto tem condições para afirmar a identidade cultural dos Avieiros, no contexto nacional e europeu. As escolas de alguns pontos do País têm mostrado interesse em divulgar a cultura Avieira junto dos alunos.
Em termos organizativos: a Vieira está distante do Tejo; há necessidade de centrar a dinâmica do projecto na região que o rio atravessa; por isso, defende que a organização se centre nas instituições dessa região; no entanto, a Vieira está disponível para fazer parte dessa organização.
Para dar consistência ao projecto, deve propor-se às instituições que se associem e que o dinamizem. As Câmaras Municipais têm que encontrar as formas de promover a cultura Avieira, transformando-a num projecto de desenvolvimento regional. Algumas delas estão despertas para esta problemática e podem agora aproveitar esta iniciativa, incorporando-a nos seus projectos locais e integrando-os
7. João Oliveira, da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos: considerou importante, para o objectivo deste projecto, a geminação de Salvaterra com Vieira, quer por causa das iniciativas comuns, quer por causa da partilha de recursos, dando como exemplo a cedência de materiais por parte de Vieira, que vieram valorizar agora a iniciativa do “mês da enguia” em Salvaterra.
Deve agora passar-se de contactos bi ou trilaterais para uma acção numa escala alargada, com maior partilha de recursos e respectivo aproveitamento sinergético integrado.
Deve por isso trabalhar-se num projecto de candidatura, de uma forma organizada, centrada na região Avieira do Tejo, dada a maior identidade cultural Avieira aqui existente
Pode pensar-se num Encontro Nacional, como ponto de chegada do trabalho já feito e a partilhar com os participantes, e também como ponto de partida para um projecto integrado
Particularmente importante parece ser a questão da Rota Avieira, devendo dar-se-lhe sentido com as autarquias, desde que estejam interessadas no processo – podendo ser considerado como um projecto de identidade cultural do Ribatejo (entendendo-se que este não é só gastronomia, lezíria, campinos e touros), sendo a ligação ao rio um factor cada vez mais importante de identidade e de afirmação regional
Devem continuar-se os contactos para se chegar à primeira reunião formal, avaliando-se até lá qual deverá ser a participação de cada entidade para a concretização do projecto, não se esquecendo a componente fundamental de ligação às Escolas, por via do Ministério da Educação, da Direcção Regional da Educação, das Escolas e das Autarquias
8. Pedro Santos, da Associação Palhota Viva (APV): A cultura Avieira estende-se até ao Sado e o estudo proposto deve considerar essa geografia humana. Da parte da APV há documentação, estudos, fotos, filmes e materiais da pesca Avieira, que podem disponibilizar para o projecto, no sentido da sua integração com as ideias das outras instituições
Deve tentar encontrar-se uma entidade que coordene, integre e possa gerir o que já existe em cada uma das Associações que participem no projecto. O núcleo organizador que vier a constituir-se deve fazer o levantamento do que cada Associação pode vir a contribuir para o projecto
9. Francisco Marmelo, do Rancho Folcl. de Benfica do Ribatejo: em Benfica - nas zonas das Oliveirinhas, dos Cucos e das Faias - há muito interesse da parte dos Avieiros lá residentes em recuperar as suas antigas casas, mas integrando essa recuperação no projecto
Cada comunidade e cada autarquia pode ter interesse em recuperar o património, mas na perspectiva da sua inclusão no projecto, por forma a torná-lo integrado, incluindo-se no património os cantares e dançares do folclore dos Avieiros de Benfica do Ribatejo
10. Luís Gaspar, da Câmara Municipal do Cartaxo: Para se considerar o envolvimento dos Avieiros neste projecto, deve avaliar-se se as suas actividades económicas são viáveis, como a piscatória, e se outras actividades, como o turismo, podem trazer novas perspectivas de vida para alguns Avieiros. Devem recuperar-se as aldeias? Deve promover-se o ecoturismo? Deve considerar-se como viável a promoção da economia local das aldeias? Estas questões são colocadas para suscitar a atenção para o problema da sustentabilidade das ideias a incluir no projecto
Deve promover-se o contacto com ecoaldeias para se conhecer como se promoveram e são geridas, tendo em vista integrar o projecto da Palhota no conceito de sustentabilidade, nele podendo vir a incluir-se a educação para o meio ambiente e a educação para a ciência
Tem-se mantido contactos com a Universidade de Évora e com a Universidade Fernando Pessoa, no Porto, no sentido de promover a participação dos alunos dessas duas instituições, jovens em final de curso, por se considerar que podem contribuir de uma forma importante para o projecto da Palhota e, por que não?, para este projecto de desenvolvimento da cultura Avieira
11. Maria José Pagarete, vice-presidente do Instituto Politécnico de Santarém (IPS): salientou a importância da participação das autarquias para o sucesso do projecto, no sentido de integrar a ligação das localidades envolvidas a nível regional. Concorda por isso com um encontro regional de todos os interessados no projecto, revelando que o IPS pode vir a ser uma das instituições anfitriãs, de acolhimento do projecto, ou mesmo o seu polo aglutinador
A componente ambiental do projecto também faz parte das preocupações do IPS, interessando-lhe o seu tratamento, dada a sua importância quer para a instituição quer para a região
No Centro de Estudos do IPS pode aglutinar-se as componentes do trabalho que se possam considerar como integrando o âmbito da sua acção. O Centro tem meios em termos de investigadores, assim como de suportes físicos de design, impressão e edição, que podem ser rentabilizados a favor da concretização do projecto, de acordo com a formatação que este vier a ter. Podem ser contactados professores e alunos para colaborar no estudo global da cultura Avieira
A Sra. presidente do IPS já contactou com a CCDR sobre este projecto. Foi informada que está em aberto o estudo da forma como a CCDR poderá cooperar com as instituições
12. Luís Barbosa, professor na Universidade de Évora e director do Centro de Estudos da AIDIA: Verifica-se que há um conjunto de acções que são passíveis de ser realizadas. Os trabalhos prioritários podem ser, por esta ordem:
i. realização do estudo interdisciplinar sobre a cultura Avieira
ii. concretização do Encontro Nacional
iii. candidatura da cultura Avieira a património nacional
Deve ser criada uma estrutura de dinamização
A Universidade de Évora pode estar interessada em participar nos trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento do projecto se assim se considerar como vantajoso para as instituições e as pessoas envolvidas
A candidatura deve ser preocupação prioritária e imediata
13. Aurélio Lopes, antropólogo, professor e membro do Centro de Estudos da AIDIA: colocou a questão de saber até que ponto é que a cultura Avieira é sustentada. As culturas são mutáveis, podem por isso desenvolver-se ou não. Mas é possível que, no processo de desenvolvimento, criem condições para a sua própria sustentabilidade. Quais são aqui os factores que a podem gerar?: o rio, a actividade da pesca e as aldeias
Com este projecto pode vir a conhecer-se melhor a cultura Avieira; podem criar-se condições para que a mudança possa corresponder a um não-esquecimento, promovendo a memória dos Avieiros.
Há produtos a considerar para a promoção da economia dos Avieiros, como a pesca e o turismo
Qual deve ser o pivô do projecto? O conjunto das Câmaras Municipais, mais um conjunto pequeno de pessoas e de instituições que promovam e dinamizem o projecto, devendo ter-se em conta a necessidade de se dispor de condições para a sustentabilidade do projecto, tanto do ponto de vista financeiro, como anímico e cultural
Daí ser necessário e urgente criar-se, com prioridade, uma estrutura organizativa, voltada para as questões práticas
14. Conclusões finais:
i. Foi feito o resumo deste primeiro encontro
ii. As suas conclusões serão passadas a escrito e enviadas para todos os participantes
iii. Devem também ser enviadas para aqueles que, tendo sido convidados, apresentaram na altura do convite as razões para a sua ausência e o seu interesse em ficarem ligados ao projecto
iv. Solicitou-se que a redacção fosse avaliada e que os erros ou omissões detectadas fossem transmitidas ao redactor para serem corrigidos e reenviados
v. Deve dar-se prioridade aos contactos com todas as instituições que constam do documento de proposta de desenvolvimento da cultura Avieira, entregue a todos os participantes, tendo em vista a marcação da 1ª reunião institucional
vi. Deve encontrar-se uma data, no mês de Abril de 2007, para se propor essa reunião
vii. As entidades que dinamizarão esta fase de contactos para concretizar essa reunião serão o IPS, a AIDIA, a APV, a Câmara de Salvaterra, a Coop. Alves Redol e a JF de Vieira de Leiria
Aldeia da Palhota e Alpiarça, 10 de Março de 2007
AIDIA – Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça



Post por Ricardo Casebre
Complemento Noticia Jornal Mirante on line
8 Ago 2007, 11:40h
Marina do Parque das Nações apoia candidatura a património da cultura avieira
A Associação Náutica da Marina do Parque das Nações (ANMPN) está a apoiar a candidatura da cultura avieira a património nacional, para promover o turismo no estuário do rio Tejo, afirmou hoje o presidente.
Paulo Andrade disse à Agência Lusa que a candidatura, a realizar em 2009, da cultura avieira como património nacional foi iniciada pela Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), em colaboração com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Santarém (ESES/IPS).
Para o responsável pela ANMPN, a "luta pela reabilitação da marina do Parque das Nações" passa pela preservação e divulgação de "sítios espectaculares, desconhecidos da maior parte das pessoas" através do "turismo náutico", mas também "a cultura e gastronomia das populações ribeirinhas".
Segundo o presidente da ANMPN, a exposição na última edição da Nauticampo com imagens captadas a partir de veleiros "até Valada", no concelho do Cartaxo, comprovou isso mesmo: "as pessoas nem acreditavam que fosse em Portugal".
O "sonho" já "recolheu diversos apoios" que fazem Paulo Andrade confiar na revitalização do estuário do rio Tejo, apontando como necessária a construção de "casas simples" para a pernoita dos velejadores e "de uma rede de poitas, que são blocos de cimento com dez toneladas com meia dúzia de bóias à superfície", para "segurar os veleiros".
sábado, 30 de Junho de 2007
Cidadão de Benfica do Ribatejo Homenageado na Madeira


José Latas Casebre, Nascido em 12/11/1951,Cidadão da Vila de Benfica do Ribatejo, vai ser alvo de uma Homenagem na Ilha da Madeira.
Um Troféu de Dança de Salão com o seu nome,Presidente da Associação de Dança Desportiva de Santarém, ligado á muito a esta actividade de Danças Salão.
Iniciou o gosto pelas Danças de Salão, com a Escola de Benfica do Ribatejo já extinta, o reconhecimento agora prestado pelas Escolas de Dança de Salão do Distrito de Santarém, pretendem assinalar o trabalho desenvolvido em prol desta actividade, por este Cidadão da Vila de Benfica do Ribatejo.
Funcionário da Junta de Freguesia Local,desde 1979, esteve desde muito cedo ligado as Colectividades da Vila, Director e 1 dos Fundadores do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, seu Dançarino durante vários Anos, é actualmente Presidente da AG do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo e nas horas vagas,faz parte da sua tocata,foi Director da Associação de Socorros Mutuos durante vários mandatos,Director do Sport Lisboa e Benfica do Ribatejo Filial nº 59 do SLB.
Actualmente é Presidente da Associação de Dança Desportiva de Santarém , dedicando muitas horas a esta actividade.
quinta-feira, 28 de Junho de 2007
Marcha de Benfica do Ribatejo
Maquina de limpeza nas ruas de Benfica do Ribatejo

A Junta de Freguesia quer, adquirir, até ao Verão uma máquina de limpeza de ruas à semelhança das que existem na cidade de Almeirim.
"Já pedimos orçamentos e já vimos algumas máquinas. A limpeza das ruas sempre foi uma aposta deste Executivo, pois quando cá chegámos as coisas estavam um pouco complicadas nesse aspecto", explica o presidente da Junta de Freguesia. "Tivemos seis funcionários de um programa com o Centro de Emprego, que entretanto terminou. Agora são três funcionários da Junta para fazer a limpeza das ruas e cuidar dos jardins de toda a freguesia. A compra da máquina é inevitável".
Segundo Amândio Freitas, este será "um investimento para o qual a Junta de Freguesia vai avançar, mesmo que não seja comparticipado pela Câmara.
Casa Mortuária à espera de decisão
A indecisão sobre a construção de uma casa mortuária de raiz ou a adaptação da mesma no antigo edifício da Junta de Freguesia está a atrasar a concretização de uma infraestrutura há muito desejada em Benfica do Ribatejo.
"Estamos à espera da decisão da Câmara em relação à construção da casa mortuária. Na última reunião, proposemos que o antigo edifício da Junta de Freguesia fosse recuperado para esse fim, uma vez que se encontra numa zona central da vila. Por seu lado, a autarquia pretende fazer a casa mortuária de raiz", informou o presidente da Junta de Freguesia.
Para Amândio Freitas, "é preferível adaptar o antigo edifício da Junta e ter a obra concluída num ano, do que avançar para a construção de um edifício de raiz e ver a situação arrastar-se por mais uma série de anos".
6/18/2007
Junta quer biblioteca em Benfica do Ribatejo

A Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo quer avançar com a construção de uma biblioteca na vila, apontando as antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) como o local mais apropriado para o efeito.
"É uma lacuna grande da vila que queremos colmatar que é a falta de uma biblioteca, com salas de leitura e espaço de Internet onde toda a gente, mas principalmente os mais jovens, se pudessem juntar e desenvolver os seus trabalhos", explica o presidente da Junta de Freguesia. Amândio Freitas considera que as antigas instalações do IVV apresentam boas condições para levar o projecto avante, uma vez que podia tornar o espaço envolvente numa zona verde: "Em Benfica do Ribatejo não existem zonas verdes e nem temos espaço para crescer nesse sentido, a não ser para o local onde se encontra o IVV, que é do Estado e está ao abandono".
Para se inteirar da possibilidade de construir ali uma biblioteca, "a Junta enviou um ofício ao presidente do IVV mostrando interesse na aquisição das instalações a um preço acessível. Do IVV veio uma resposta a informar que o assunto era da responsabilidade da Secretaria de Estado da Agricultura, que por sua vez respondeu que a pasta estava nas mãos de uma comissão de liquidação de Património do Estado. Esta comissão respondeu-nos que estava a tratar da legalização do imóvel e que informam assim que estiverem em condições de negociar", comenta Amândio Freitas.
O presidente da Junta de Benfica do Ribatejo reflecte que "o Estado é o povo e seria razoável que a infraestrutura fosse devolvida à população a um preço simbólico. Até porque o IVV é dos agricultores, uma vez que foram eles que pagaram com as taxas do vinho". Amândio Freitas considera ainda que, independentemente do desenvolvimento da matéria, "seria importante que o Estado e os responsáveis pela fiscalização do ambiente vissem a situação em que as instalações se encontram. É uma lixeira e cheia de vegetação. Está em risco de incêndio, o que dentro da vila é perigoso".
Caso a construção da biblioteca não avance para o IVV, Amândio Freitas aponta as baterias para o desaproveitado mercado municipal da vila.
O Centro de Cultura que não é
O presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo lança ainda críticas à forma como a Câmara de Municipal de Almeirim despendeu de dinheiros públicos na remodelação da sede da Associação Cultural e Desportiva (ACDBR), obra que, no entender de Amândio Freitas "não serve para nada".
"Existe uma divergência de opinião entre a Junta e a Câmara, que continua a insistir que a ACDBR é um Centro de Cultura. Mas centro de cultura do quê? Gastaram 120 mil contos (600 mil euros) numa obra que não serve para nada e não é funcional. Não há uma biblioteca, uma sala de leitura ou pontos de Internet. Tem uma sala grande que pode receber teatro e cinema, mas só serve para os bailes de Natal, Ano Novo, Páscoa e Carnaval. Mais nada", remata.
"Este é um problema de votos, porque existe à volta da associação uma estima que vem de muitas gerações", refere Amândio Freitas, lembrando que "a ACDBR não existe em nenhuma parte de Mundo. O que existe no Registo Nacional de Pessoas Colectivas é a Associação de Socorros Mútuos de Benfica do Ribatejo".
Capela de Santa Marta está como nova

A Câmara Municipal de Almeirim aproveitou o dia 7 de Junho, feriado nacional para apresentar as obras de recuperação da Capela de Santa Marta, freguesia de Benfica do Ribatejo.

As obras que foram financiadas pela autarquia, tiveram a supervisão e o apoio desde o primeiro momento, do Grupo de Escuteiros de Benfica do Ribatejo que viram também recuperado o Salão Paroquial e que serve como sua Sede.

Presentes para a visita à recém recuperada Capela, estiveram os operários que trabalharam na obra, Joaquim José Rebita, empreiteiro de Benfica do Ribatejo responsável pela obra, o presidente da Câmara, José Sousa Gomes, acompanhado do vice-presidente Pedro Ribeiro e de José Carlos. Para além de alguns convidados, do anfitrião, padre Diamantino e de alguns dirigentes do CNE local, esteve ainda presente o arquitecto Lico, proprietário da Quinta de Santa Marta e dos terrenos envolventes à Capela.
José Carlos Silva, o vereador da maioria socialista esclareceu a "O Almeirinense" que estas obras consistiram essencialmente na recuperação do telhado, e das paredes exteriores, pintura geral e uma boa parte da recuperação interior com destaque para a bacia baptismal que foi totalmente restaurada pelo empreiteiro. As obras tiveram uma duração de um mês, mas a vontade da Autarquia é que "não vamos ficar por aqui. Há ainda muito trabalho a fazer e a recuperação da Capela vai continuar agora com os olhos postos no seu interior".
O esforço da equipa de Joaquim Rebita foi elogiado pelo vereador que Sousa Gomes escolheu para o acompanhamento directo da obra. E os elogios não foram poupados: "só com a boa vontade e o empenho de quem aqui esteve a trabalhar diariamente é que foi possível o trabalho que vemos agora".
No interior, a necessidade de recuperação dos fachadas, mobiliário e alguma da Arte Sacra existente é notória, mas não foi impeditiva para que o guarda-redes da equipa de futebol sénior do Sporting Clube de Portugal e da Selecção Portuguesa, Ricardo contraísse o seu matrimónio no passado dia 9 de Junho. Cerimónia que deixou os benfiquenses orgulhosos pela escolha do jogador de futebol.
sexta-feira, 15 de Junho de 2007
Ricardo em Benfica do Ribatejo

Ricardo e Cláudia casaram-se ontem na Igreja de Benfica do Ribatejo, oficializando o namoro de 15 anos. O guarda-redes do Sporting e a mulher baptizaram ainda o filho Tiago, no dia em que este completou quatro anos.

Ricardo chegou num Ferrari 355 F1 Spider, enquanto a noiva optou por uma limusina Mercedes de 1954, chegando ladeada das madrinhas, uma das quais Lurdes, mulher de Caneira. Petit – acompanhado de Carla –, Scolari – esteve apenas 45 minutos – e o técnico Jaime Pacheco, que ontem comemorou 17 anos de casado, também marcaram presença. O casamento durou cerca de duas horas e o copo-d’água teve lugar na Quinta de Santa Marta.

Ao que o CM apurou, Ricardo e Cláudia deverão partir amanhã de lua-de-mel, num cruzeiro pelo Mediterrâneo.

Noticia Correio da Manhã
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Ricardo em Benfica do Ribatejo

Ricardo, guarda-redes do Sporting, casou-se no passado sábado, na Igreja de Benfica do Ribatejo. A noiva Cláudia ia deslumbrante. O namoro já durava há 15 anos, o filho Tiago, de quatro anos, foi também baptizado neste dia.
Foi uma romaria de notáveis e de bólides. Ricardo chegou num Ferrari 355 F1 Spider, enquanto a noiva optou por uma limusina Mercedes de 1954. Caneira, Petit, o seleccionador Scolari e o técnico Jaime Pacheco também marcaram presença. O casamento durou duas horas e o copo-d’água teve lugar na Quinta de Santa Marta.
Noticia In O Ribatejo On Line

Ricardo Alexandre Martins Soares Pereira (11 de Fevereiro, 1976 no Montijo, Portugal) é um guarda-redes (br: goleiro), actualmente ao serviço do Sporting Clube de Portugal e titular da Selecção Portuguesa de Futebol. Muito acarinhado pelos adeptos do Boavista, foi determinante na conquista do 1º campeonato boavisteiro (em 2000/01) e também na caminhada europeia que em 2003 levou o Boavista às meias finais da Taça UEFA. Ficou célebre por ter defendido um penalty sem luvas no desempate dos quartos de final do Campeonato da Europa de 2004 contra a Inglaterra, realizado em Portugal, tendo posteriormente sido o marcador do último penalty, que qualificou a selecção portuguesa para as meias-finais da prova (Euro 2004). Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Estudiosos da cultura Avieira querem classificação como património nacional
In Jornal O Ribatejo On Line
2007-06-14 11:00:00
Estudiosos da cultura Avieira querem classificação como património nacional
A classificação da cultura avieira como património nacional vai ser objecto de candidatura até 2009, por acção de um conjunto de instituições que, há um ano, iniciou o processo com esse objectivo, disse um dos promotores da iniciativa.
João Serrano, da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), disse à Agência Lusa que, em colaboração com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Santarém (ESES/IPS), vai realizar-se, no próximo dia 30, uma reunião das instituições que têm vindo a colaborar no esforço de valorização da cultura avieira.
Segundo afirmou, perante o abandono, destruição e descaracterização de que tem vindo a ser alvo o património avieiro, e a necessidade de proceder à recolha de registos sobre a cultura resultante das migrações ocorridas no século XX, foi iniciado um trabalho que passará pela realização de um encontro nacional, em Outubro de 2008, e, a partir daí, pela preparação do processo de candidatura a património nacional.
Propondo-se valorizar e desenvolver a cultura avieira, a AIDIA e a ESES têm vindo a manter contactos com associações de desenvolvimento ligadas a esta temática (como a da aldeia piscatória da Palhota), autarquias, nomeadamente a Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, e as Universidade de Évora e Fernando Pessoa, do Porto.
A Faculdade de Arquitectura da Universidade Fernando Pessoa tem vindo a desenvolver um plano de desenvolvimento para a aldeia da Palhota (concelho do Cartaxo), que os promotores da iniciativa gostariam que se estendesse às outras aldeias piscatórias, disse.
Frisando que se trata de um projecto de cooperação entre instituições e entre pessoas, João Serrano afirmou que, da reunião de dia 30, deverá sair um conjunto de estruturas e planeamento de acções para desenvolver todo o trabalho que deverá culminar num congresso nacional.
"A avaliação e o estudo da cultura avieira, e as acções daí emergentes, devem ter uma perspectiva de cruzamento de várias disciplinas e de integração de saberes, incluídas num plano de trabalho coerente", afirma um dos documentos base para a reunião de Santarém.
"As migrações devem ser consideradas como um acontecimento social e cultural relevante, por representarem a acção do homem colocado perante condições adversas de sobrevivência", fenómeno que, afirmam, "deve ser considerado como transversal a toda a sociedade, visto ter implicações com outras culturas" e com "a evolução cultural de um povo, a partir da pesca, para outras actividades no sector secundário".
Da reunião de Santarém deverão sair propostas concretas de trabalhos de pesquisa que reforcem o esforço de valorização da cultura avieira e que podem vir a ser publicados posteriormente, disse, acrescentando ser igualmente objectivo a criação de um sítio na Internet dedicado a este projecto.
2007-06-14 11:00:00
Estudiosos da cultura Avieira querem classificação como património nacional
A classificação da cultura avieira como património nacional vai ser objecto de candidatura até 2009, por acção de um conjunto de instituições que, há um ano, iniciou o processo com esse objectivo, disse um dos promotores da iniciativa.
João Serrano, da Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA), disse à Agência Lusa que, em colaboração com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Santarém (ESES/IPS), vai realizar-se, no próximo dia 30, uma reunião das instituições que têm vindo a colaborar no esforço de valorização da cultura avieira.
Segundo afirmou, perante o abandono, destruição e descaracterização de que tem vindo a ser alvo o património avieiro, e a necessidade de proceder à recolha de registos sobre a cultura resultante das migrações ocorridas no século XX, foi iniciado um trabalho que passará pela realização de um encontro nacional, em Outubro de 2008, e, a partir daí, pela preparação do processo de candidatura a património nacional.
Propondo-se valorizar e desenvolver a cultura avieira, a AIDIA e a ESES têm vindo a manter contactos com associações de desenvolvimento ligadas a esta temática (como a da aldeia piscatória da Palhota), autarquias, nomeadamente a Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, e as Universidade de Évora e Fernando Pessoa, do Porto.
A Faculdade de Arquitectura da Universidade Fernando Pessoa tem vindo a desenvolver um plano de desenvolvimento para a aldeia da Palhota (concelho do Cartaxo), que os promotores da iniciativa gostariam que se estendesse às outras aldeias piscatórias, disse.
Frisando que se trata de um projecto de cooperação entre instituições e entre pessoas, João Serrano afirmou que, da reunião de dia 30, deverá sair um conjunto de estruturas e planeamento de acções para desenvolver todo o trabalho que deverá culminar num congresso nacional.
"A avaliação e o estudo da cultura avieira, e as acções daí emergentes, devem ter uma perspectiva de cruzamento de várias disciplinas e de integração de saberes, incluídas num plano de trabalho coerente", afirma um dos documentos base para a reunião de Santarém.
"As migrações devem ser consideradas como um acontecimento social e cultural relevante, por representarem a acção do homem colocado perante condições adversas de sobrevivência", fenómeno que, afirmam, "deve ser considerado como transversal a toda a sociedade, visto ter implicações com outras culturas" e com "a evolução cultural de um povo, a partir da pesca, para outras actividades no sector secundário".
Da reunião de Santarém deverão sair propostas concretas de trabalhos de pesquisa que reforcem o esforço de valorização da cultura avieira e que podem vir a ser publicados posteriormente, disse, acrescentando ser igualmente objectivo a criação de um sítio na Internet dedicado a este projecto.
sábado, 31 de Março de 2007
Recuperação da Vila Avieira de Benfica do Ribatejo

Primeiros passos foram dados para a Recuperação da Vila Avieira de Benfica do Ribatejo na Zona das Oliveirinhas, Faias e Cucos.


Por iniciativa do Departamento do Estudo Sócio Cultural (Secção Cultural)do Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, foi proposta uma parceria com a Câmara Municipal de Almeirim e Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo antigos proprietários e descendentes, para que com a ajuda destas entidades e o voluntariado das Associações RFBR e Escuteiros , se desse inicio á recuperação do valioso património ainda existente nas margens do Rio Tejo em toda a amplitude das terras que fazem frente ao tejo com a Vila de Benfica do Ribatejo.


Esta proposta pretende recuperar e preservar um valioso património cultural da Vila de Benfica do Ribatejo,que tem uma grande descendência de familias Avieiras,que se deslocaram da Vieira de Leiria e se estabeleceram nas margens do Tejo procurando o seu sustento no Rio, quando o mar deixou de ser a unica opcção para estas gentes do mar.

Com esta iniciativa pretende-se alertar as entidades oficiais, para a importância de iniciar este projecto, criando condições para vir a nascer um importante ponto Turistico e de desenvolvimento para o Concelho e em especial para a Vila de Benfica do Ribatejo, aproveitando as condições naturais oferecidas pela sua localização.
Esta proposta nasce pelo facto do RFBR ser neste momento parceiro na tarefa de propor A Cultura Avieira a Património Nacional,projecto a ser desenvolvido pela Associação A.I.D.I.A (Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça),sendo que alguns estudos e recolhas orais e fotográficas obtidas pelo Secção Cultural do Rancho F de Benfica do Ribatejo vão ser incluidas num livro, que está a ser cuidadosamente preparado,por dois Srs de grande dimensão cultural,Sr.João Monteiro Serrano e pelo Dr. Aurélio Lopes a editar pelas Edições COSMOS num estudo sobre a Cultura Avieira na nossa Região.




Visita in loco pelo Sr.João Monteiro Serrano Investigador e Responsável da Associação A.I.D.I.A






Visita ao Local e inicio da intervenção do Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo, junto de proprietários para 1ªavaliação do trabalho a desenvolver.
Acta que prova o Inicio deste Projecto
Resumo da reunião entre o Sr. Amândio Freitas, Presidente da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo; Ricardo Casebre, do rancho folclórico de Benfica do Ribatejo e João Serrano, da AIDIA
Local: Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo
20/03/2007
Conclusões:
1. Objectivo da reunião: dar a conhecer a ideia de projecto de candidatura da cultura Avieira a património nacional.
2. Foi feito o ponto de situação dos contactos até agora mantidos e dos convites feitos para arranque do projecto.
3. Foi apresentado o resumo da reunião de trabalho na Palhota: nomear uma comissão de trabalho, de carácter provisório, constituída para dinamizar o arranque do projecto, até à criação da comissão dinamizadora definitiva.
4. Foi abordada a possibilidade da ligação do projecto às Escolas.
5. Avaliada a possibilidade de participação da Junta de Freguesia de Benfica do Ribatejo e da Câmara Municipal de Almeirim nos trabalhos de candidatura.
6. Foi vista a necessidade de se elaborar um memorando com as ideias para a recuperação e valorização do património cultural dos Avieiros de Benfica do Ribatejo, nomeadamente:
i. Recuperação da ponte e do caminho municipal que dão acesso à aldeia Avieira de Benfica do Ribatejo.
ii. Recuperação das casas Avieiras que ainda existem e de reconstrução das que foram destruídas.
iii. Estudo da cultura Avieira local.
iv. Elaboração de um Plano de Pormenor para a recuperação da aldeia e do meio envolvente.
.
v. Inclusão do projecto na dinâmica de desenvolvimento local.
7. Sugeriu-se a possibilidade da integração das ideias num plano de pormenor, para efeitos de candidatura e de participação no projecto global.
8. Sugerido o contacto com a Câmara Municipal de Almeirim para apresentar a ideia de projecto.
9. Foi vista a possibilidade de uma exposição temática de fotografia, a partir do portfólio já existente sobre os Avieiros de Benfica do Ribatejo, assim como um trabalho de pesquisa sobre o mesmo tema, para ser publicado em forma de livro.
10. O representante da AIDIA responsabilizou-se pela elaboração da acta e pelo seu envio pela Internet para os participantes.
11. Será também encaminhada a acta com as conclusões da reunião na aldeia da Palhota
Benfica do Ribatejo e Alpiarça, 20 de Março de 2007
juntabenfica@clix.pt
joaoserrano@mail.pt
ricardocasebre@hotmail.com

PROJECTO: DESENVOLVIMENTO DA CULTURA AVIEIRAReunião na aldeia Avieira da Palhota
16 Presenças de acordo com a lista anexa
10/03/2007, às 14,30 horas
Conclusões específicas:
1. Foi feita a apresentação da ideia de projecto de desenvolvimento da cultura Avieira, de acordo com o documento anexo
2. Sugeriu-se a necessidade de definir o que é passível de ser considerado importante para o projecto de desenvolvimento em termos de oferta cultural
3. Humberto Vasconcelos, da Assoc. Palhota Viva (APV): aproveitar a geminação do Escaroupim com Vieira de Leiria para propor uma confraria Avieira; tentar o acesso ao Dr. Luís Marques, administrador dos arquivos da RTP para ter acesso aos documentos sobre os Avieiros. Esta questão remete para a proposta de se convidar a RTP para ser um dos parceiros do projecto
4. Leonel Lúcio, da APV: no estudo dos núcleos Avieiros, deve ter-se em conta que eles existem também em Alcácer do Sal e na foz do Sado
5. Leonel Garcia, da Cooperativa Alves Redol: concorda com a proposta apresentada, de desenvolvimento da cultura Avieira. Sugere que o estudo da cultura Avieira, possivelmente a ser feito pelo Instituto Politécnico de Santarém tenha uma perspectiva de integração das várias componentes daquela cultura. Sugere que cada interveniente, na fase imediatamente após esta reunião, encontre a forma de cooperar para a realização do projecto de candidatura. Empenhar-se-à para que a proposta se concretize. Por fim fez uma apresentação dos valores culturais de Vila Franca de Xira, nomeadamente sobre os Avieiros, Varinos e os Campinos e propôs que, no estudo, se possa vir a traduzir a riqueza das relações sociais entre eles
6. Paulo Vicente, da Junta de Freguesia de Vieira de Leiria: na Vieira não existe, da parte dos locais, a memória tão viva das raízes, como entre os Avieiros do Tejo, nas aldeias Avieiras. O projecto tem razão de ser, como continuidade do trabalho que se tem desenvolvido, em alguns lugares como Salvaterra de Magos, e ao longo dos tempos. O projecto tem condições para afirmar a identidade cultural dos Avieiros, no contexto nacional e europeu. As escolas de alguns pontos do País têm mostrado interesse em divulgar a cultura Avieira junto dos alunos.
Em termos organizativos: a Vieira está distante do Tejo; há necessidade de centrar a dinâmica do projecto na região que o rio atravessa; por isso, defende que a organização se centre nas instituições dessa região; no entanto, a Vieira está disponível para fazer parte dessa organização.
Para dar consistência ao projecto, deve propor-se às instituições que se associem e que o dinamizem. As Câmaras Municipais têm que encontrar as formas de promover a cultura Avieira, transformando-a num projecto de desenvolvimento regional. Algumas delas estão despertas para esta problemática e podem agora aproveitar esta iniciativa, incorporando-a nos seus projectos locais e integrando-os
7. João Oliveira, da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos: considerou importante, para o objectivo deste projecto, a geminação de Salvaterra com Vieira, quer por causa das iniciativas comuns, quer por causa da partilha de recursos, dando como exemplo a cedência de materiais por parte de Vieira, que vieram valorizar agora a iniciativa do “mês da enguia” em Salvaterra.
Deve agora passar-se de contactos bi ou trilaterais para uma acção numa escala alargada, com maior partilha de recursos e respectivo aproveitamento sinergético integrado.
Deve por isso trabalhar-se num projecto de candidatura, de uma forma organizada, centrada na região Avieira do Tejo, dada a maior identidade cultural Avieira aqui existente
Pode pensar-se num Encontro Nacional, como ponto de chegada do trabalho já feito e a partilhar com os participantes, e também como ponto de partida para um projecto integrado
Particularmente importante parece ser a questão da Rota Avieira, devendo dar-se-lhe sentido com as autarquias, desde que estejam interessadas no processo – podendo ser considerado como um projecto de identidade cultural do Ribatejo (entendendo-se que este não é só gastronomia, lezíria, campinos e touros), sendo a ligação ao rio um factor cada vez mais importante de identidade e de afirmação regional
Devem continuar-se os contactos para se chegar à primeira reunião formal, avaliando-se até lá qual deverá ser a participação de cada entidade para a concretização do projecto, não se esquecendo a componente fundamental de ligação às Escolas, por via do Ministério da Educação, da Direcção Regional da Educação, das Escolas e das Autarquias
8. Pedro Santos, da Associação Palhota Viva (APV): A cultura Avieira estende-se até ao Sado e o estudo proposto deve considerar essa geografia humana. Da parte da APV há documentação, estudos, fotos, filmes e materiais da pesca Avieira, que podem disponibilizar para o projecto, no sentido da sua integração com as ideias das outras instituições
Deve tentar encontrar-se uma entidade que coordene, integre e possa gerir o que já existe em cada uma das Associações que participem no projecto. O núcleo organizador que vier a constituir-se deve fazer o levantamento do que cada Associação pode vir a contribuir para o projecto
9. Francisco Marmelo, do Rancho Folcl. de Benfica do Ribatejo: em Benfica - nas zonas das Oliveirinhas, dos Cucos e das Faias - há muito interesse da parte dos Avieiros lá residentes em recuperar as suas antigas casas, mas integrando essa recuperação no projecto
Cada comunidade e cada autarquia pode ter interesse em recuperar o património, mas na perspectiva da sua inclusão no projecto, por forma a torná-lo integrado, incluindo-se no património os cantares e dançares do folclore dos Avieiros de Benfica do Ribatejo
10. Luís Gaspar, da Câmara Municipal do Cartaxo: Para se considerar o envolvimento dos Avieiros neste projecto, deve avaliar-se se as suas actividades económicas são viáveis, como a piscatória, e se outras actividades, como o turismo, podem trazer novas perspectivas de vida para alguns Avieiros. Devem recuperar-se as aldeias? Deve promover-se o ecoturismo? Deve considerar-se como viável a promoção da economia local das aldeias? Estas questões são colocadas para suscitar a atenção para o problema da sustentabilidade das ideias a incluir no projecto
Deve promover-se o contacto com ecoaldeias para se conhecer como se promoveram e são geridas, tendo em vista integrar o projecto da Palhota no conceito de sustentabilidade, nele podendo vir a incluir-se a educação para o meio ambiente e a educação para a ciência
Tem-se mantido contactos com a Universidade de Évora e com a Universidade Fernando Pessoa, no Porto, no sentido de promover a participação dos alunos dessas duas instituições, jovens em final de curso, por se considerar que podem contribuir de uma forma importante para o projecto da Palhota e, por que não?, para este projecto de desenvolvimento da cultura Avieira
11. Maria José Pagarete, vice-presidente do Instituto Politécnico de Santarém (IPS): salientou a importância da participação das autarquias para o sucesso do projecto, no sentido de integrar a ligação das localidades envolvidas a nível regional. Concorda por isso com um encontro regional de todos os interessados no projecto, revelando que o IPS pode vir a ser uma das instituições anfitriãs, de acolhimento do projecto, ou mesmo o seu polo aglutinador
A componente ambiental do projecto também faz parte das preocupações do IPS, interessando-lhe o seu tratamento, dada a sua importância quer para a instituição quer para a região
No Centro de Estudos do IPS pode aglutinar-se as componentes do trabalho que se possam considerar como integrando o âmbito da sua acção. O Centro tem meios em termos de investigadores, assim como de suportes físicos de design, impressão e edição, que podem ser rentabilizados a favor da concretização do projecto, de acordo com a formatação que este vier a ter. Podem ser contactados professores e alunos para colaborar no estudo global da cultura Avieira
A Sra. presidente do IPS já contactou com a CCDR sobre este projecto. Foi informada que está em aberto o estudo da forma como a CCDR poderá cooperar com as instituições
12. Luís Barbosa, professor na Universidade de Évora e director do Centro de Estudos da AIDIA: Verifica-se que há um conjunto de acções que são passíveis de ser realizadas. Os trabalhos prioritários podem ser, por esta ordem:
i. realização do estudo interdisciplinar sobre a cultura Avieira
ii. concretização do Encontro Nacional
iii. candidatura da cultura Avieira a património nacional
Deve ser criada uma estrutura de dinamização
A Universidade de Évora pode estar interessada em participar nos trabalhos de pesquisa e de desenvolvimento do projecto se assim se considerar como vantajoso para as instituições e as pessoas envolvidas
A candidatura deve ser preocupação prioritária e imediata
13. Aurélio Lopes, antropólogo, professor e membro do Centro de Estudos da AIDIA: colocou a questão de saber até que ponto é que a cultura Avieira é sustentada. As culturas são mutáveis, podem por isso desenvolver-se ou não. Mas é possível que, no processo de desenvolvimento, criem condições para a sua própria sustentabilidade. Quais são aqui os factores que a podem gerar?: o rio, a actividade da pesca e as aldeias
Com este projecto pode vir a conhecer-se melhor a cultura Avieira; podem criar-se condições para que a mudança possa corresponder a um não-esquecimento, promovendo a memória dos Avieiros.
Há produtos a considerar para a promoção da economia dos Avieiros, como a pesca e o turismo
Qual deve ser o pivô do projecto? O conjunto das Câmaras Municipais, mais um conjunto pequeno de pessoas e de instituições que promovam e dinamizem o projecto, devendo ter-se em conta a necessidade de se dispor de condições para a sustentabilidade do projecto, tanto do ponto de vista financeiro, como anímico e cultural
Daí ser necessário e urgente criar-se, com prioridade, uma estrutura organizativa, voltada para as questões práticas
14. Conclusões finais:
i. Foi feito o resumo deste primeiro encontro
ii. As suas conclusões serão passadas a escrito e enviadas para todos os participantes
iii. Devem também ser enviadas para aqueles que, tendo sido convidados, apresentaram na altura do convite as razões para a sua ausência e o seu interesse em ficarem ligados ao projecto
iv. Solicitou-se que a redacção fosse avaliada e que os erros ou omissões detectadas fossem transmitidas ao redactor para serem corrigidos e reenviados
v. Deve dar-se prioridade aos contactos com todas as instituições que constam do documento de proposta de desenvolvimento da cultura Avieira, entregue a todos os participantes, tendo em vista a marcação da 1ª reunião institucional
vi. Deve encontrar-se uma data, no mês de Abril de 2007, para se propor essa reunião
vii. As entidades que dinamizarão esta fase de contactos para concretizar essa reunião serão o IPS, a AIDIA, a APV, a Câmara de Salvaterra, a Coop. Alves Redol e a JF de Vieira de Leiria
Aldeia da Palhota e Alpiarça, 10 de Março de 2007
AIDIA – Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça



Post por Ricardo Casebre
sábado, 10 de Março de 2007
Jornal o Ribatejo Destaca Vila de Benfica do Ribatejo
In "Jornal o Ribatejo"
Rota das Freguesias
Benfica do Ribatejo
Centro cultural é ambição da freguesia

Benfica do Ribatejo precisa de um "mini cento cultural" a funcionar na vila. Quem o defende é o presidente da Junta de Freguesia, Amândio Freitas, explicando que quer ver a ideia, que por enquanto ainda não saiu do papel, concretizada em projecto quanto antes. "Precisamos de um equipamento que reúna no mesmo espaço uma biblioteca, os postos de Internet, salas de estudo e que permita realizar actividades culturais", afirma o presidente, adiantando que o centro cultural poderá nascer ou nas antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) ou no mercado diário.
Quanto ao edifício abandonado do IVV, a Junta de Freguesia não admite vê-lo "ali podre e a cair", e prepara-se para iniciar os primeiros contactos com este organismo público para uma eventual cedência do espaço, com condições favoráveis para ambas as partes, visto que necessitará posteriormente de ser arranjado e remodelado. A falta de vendedores no mercado diário é uma das principais razões que leva a Junta de Freguesia a propô-lo para reconversão num edifício que sirva a cultura local; "de momento, só uma peixeira lá vende", informa Amândio Freitas.
Para o autarca local, a casa das colectividades que existe na vila não pode ser confundida com um espaço cultural. "Não têm a mesma vocação", diz Amândio Freitas, explicando que este equipamento – inaugurado há cerca de um ano e que acolhe a sede social de várias colectividades da freguesia – não serve para acolher os equipamentos que a Junta quer criar. "Aquela casa tem uma sala de espectáculos para bailes, um bar e gabinetes para as associações, mas não tem condições para receber uma biblioteca ou salas de estudo", afirma o presidente, particularmente crítico em relação ao investimento que ali foi feito.
A construção de uma casa mortuária é outro projecto que a Junta quer ver arrancar em 2007, na sede de freguesia. Actualmente, os familiares reúnem-se na igreja velha, que não oferece condições nem comodidade para velar os defuntos com dignidade. "Além disso, uma nova casa mortuária serviria para toda a população, independentemente das suas confissões religiosas", alerta Amândio Freitas, sublinhando que também se justificava a construção de uma casa mortuária nos Foros de Benfica.
Neste mandato, a Junta congratula-se por finalmente ter conseguido adquirir um autocarro "para colocar ao serviço das instituições da terra", e assinala que foi feito o alcatroamento de algumas estradas, nos Cortiçois e Foros de Benfica, e o embelezamento exterior da zona envolvente ao Pavilhão Desportivo e à Igreja. Na Azeitada, outro lugar que compõe a freguesia, a Junta está prestes a concluir uma estação de tratamento para dar andamento aos esgotos. "É um investimento que a aldeia esperava há nove anos e que só agora vai estar pronto", remata Amândio Freitas.
Complexo desportivo ao ar livre está em andamento
O grande centro desportivo ao ar livre que a Junta de Freguesia quer construir no Pinhal do Bacalhau está também em andamento. Apresentado o ano passado, o executivo já recebeu o esboço devidamente elaborado pelos serviços da Câmara Municipal de Almeirim. “Isto não se faz a carregar num botão”, diz Amândio Freitas, explicando que um projecto desta envergadura demora tempo a concretizar. No total, são 5,5 hectares destinados ao desporto e a actividades ao ar livre; comporta um campo de futebol de 11 com relvado sintético, um campo de futebol de 7 em piso pelado, uma pista de manutenção, courts de ténis, e uma zona para jogos tradicionais como o chinquilho ou a petanca, um desporto com grande popularidade no concelho. A construção será faseada e o investimento total ronda os 900 mil euros.
A Associação de Solidariedade Social de Benfica do Ribatejo

A maior “empresa” de Benfica
A Associação de Solidariedade Social de Benfica do Ribatejo (ASSBF) não é uma "empresa" no sentido mais comum do termo, mas é a instituição mais dinâmica da freguesia; presta os seus serviços na área social, concretamente no apoio à terceira idade e às crianças. A construção de um lar de idosos é a grande ambição desta instituição, que recentemente viu a sua candidatura ao programa PARES ser chumbada pelo ministério que tutela a Segurança Social. O projecto recebeu nota máxima, mas "foi preterido porque a área geográfica em que Benfica do Ribatejo se insere não foi considerada prioritária em relação a outras regiões mais carentes", explica a directora técnica da associação, Maria Clara Pó. O presidente da ASSBF, Manuel Correia Marques, também lamenta esta decisão, e sustenta que um equipamento destes "é a grande carência da freguesia". Mas, sem apoios públicos, vai ser difícil de concretizar, reconhece o mesmo, adiantado que só falta mesmo o dinheiro, porque o terreno já existe, situado junto ao edifício do centro de dia da associação.
Mesmo assim, trabalho não falta; a creche da instituição acolhe de momento 35 crianças dos 4 meses aos 3 anos, divididos em três salas consoante a idade. "Estamos a funcionar no limite das nossas capacidades", explica Maria Clara Pó, adiantando que não há crianças em lista de espera na freguesia. Quanto ao centro de dia, acolhe de momento 31 utentes e presta apoio domiciliário a mais 35 idosos, muitos deles sem mobilidade para saírem das suas próprias casas, e espalhados por todos os lugares da freguesia, o que inclui Foros de Benfica, Cortiçois e Azeitada. "Como há falta de lares, esta valência tem crescido bastante", nota a directora técnica.
A ASSBF teve também um ATL a funcionar até ao ano lectivo passado, mas que foi desactivado porque as escolas prolongaram o seu horário de funcionamento e deixaram a valência sem crianças. Mas vai ser reutilizado como campo de férias, durante as pausas escolares, informam os responsáveis.
Fundada em 1984, por iniciativa de um grupo de benfiquenses ligados à antiga Casa do Povo, esta instituição é hoje a maior empregadora da freguesia; garante 23 postos de trabalho, com 19 funcionárias no quadro, três em programas ocupacionais do Centro de Emprego e uma estagiária. Tem um veículo comercial e três carrinhas para o apoio domiciliário e transporte de idosos; recentemente, adquiriu uma carrinha adaptada para cadeira de rodas, o que permite melhorar o transporte dos utentes com menor mobilidade.
Benfica do Ribatejo
Uma vila que se quer limpa e asseada

Uma das grandes preocupações da Junta de Freguesia está relacionada com a limpeza e o bom aspecto dos espaços públicos, quer para os residentes em Benfica, quer para quem visita a vila. É neste sentido que o executivo reclama uma maior atenção à empresa que trata da limpeza dos contentores do lixo, contratada pela Câmara de Almeirim. “A empresa coloca lá um papelinho a dizer lavado, mas é mentira; aliás, o papelinho ainda suja mais o contentor porque é mais lixo que fica agarrado a ele”, brinca Amândio Freitas, para quem “é pena que a empresa não seja tão boa a lavar e desinfectar como é a colar papéis”. Para assegurar a manutenção dos jardins espaços públicos, a Junta tem a seu cargo, neste momento, seis trabalhadores, e vai avançar em breve para a aquisição de uma máquina varredoura.
Empreendimento - Empresa local promove projecto
Expansão urbanística serve para fixar os mais jovens
Situada junto ao Pinhal do Bacalhau, a zona que irá acolher o futuro complexo desportivo da vila, o empreendimento urbanístico "Fonte Branca" já começou a ser construído. A urbanização tem 42 lotes destinados a moradias e vivendas de projecto livre, com áreas compreendidas entre os 650 e 1.400 metros quadrados; "as primeiras construções começaram já a surgir, evidenciando o gosto dos proprietários pelo Ribatejo, patente nos projectos de arquitectura escolhidos", explica Helena Malfeito Ferreira. A sócia-gerente da empresa promotora, a "Malfeito Ferreira, Investimentos Imobiliários, Lda.", sublinha também que o empreendimento contempla a construção de seis lotes de apartamentos, "formando um núcleo central com projecto aprovado que traz à memória a traça das casas apalaçadas da região", um factor que dá consistência urbanística a todo o espaço.
O público-alvo vai desde os casais jovens da terra até residentes em zonas urbanas que procuram no campo uma segunda habitação de fim-de-semana.
A urbanização "Fonte Branca" vai incluir um espaço lúdico, integrado numa extensa zona verde já existente e que terá um picadeiro, no qual vão decorrer eventos, alguns ligados à festa brava, e onde serão leccionadas aulas de equitação, sublinha Helena Malfeito Ferreira, acrescentando que esta é mais uma forma de reviver ali as tradições ribatejanas.
O aparecimento de empresários interessados em investir no imobiliário é visto com bons olhos pela Junta de Freguesia local. Além de serem importantes para o desenvolvimento económico da vila, são uma forma de evitar que os mais jovens vão morar para outras paragens, e de atrair novos residentes a Benfica do Ribatejo. Além de destacar a importância da urbanização "Fonte Branca", o presidente Amândio Freitas adianta que há outro promotor já interessado em desenvolver um projecto imobiliário de dimensões consideráveis num terreno próximo deste local.
“É urgente rever o PDM”
Na sua grande maioria e tal como estão, os Planos Directores Municipais (PDM) são “um garrote ao desenvolvimento do país”, declara o presidente da Junta de Benfica do Ribatejo. Amândio Freitas conta que na freguesia há casos “verdadeiramente ridículos”, sobretudo em Foros de Benfica e Cortiçois. “Há um caso de um terreno ladeado por duas casas onde, no meio, não se pode construir porque o PDM diz que aquilo é reserva agrícola”, exemplifica, exigindo que se resolvam “quanto antes estas situações”. O PDM do concelho de Almeirim está em processo de revisão; a freguesia de Benfica do Ribatejo formou uma comissão para receber e analisar localmente as propostas e sugestões, que agora vai transmitir à Câmara Municipal. Uma das propostas apresentadas vai no sentido de reservar uma zona específica destinada à criação de um centro de actividades económicas.
Quando visitar Benfica

As principais efemérides e acontecimentos populares em Benfica do Ribatejo são as comemorações de elevação a vila (que se assinala a 21 de Junho, desde 1995), as tasquinhas típicas, as cerimónias do 25 de Abril e o Carnaval, embora seja frequente as associações e colectividades locais organizarem várias actividades desportivas e culturais ao longo de todo o ano. De todas estas manifestações, destaque para o carnaval, tipicamente português e de fortes tradições na freguesia; todos os anos, consegue juntar muitos dos habitantes num corso colorido ao longo da EN 114.
1.300 utentes sem médico de família
Um médico com urgência
Um dos maiores problemas que a vila enfrenta actualmente tem a ver com o facto da extensão de saúde estar a funcionar há cerca de sete meses com apenas um médico, desde que se reformou uma das profissionais que ali prestava serviço. Esta situação deixa cerca de 1.300 utentes sem médico de família, na sua maioria idosos e sem possibilidades económicas para recorrer à medicina privada. “Não posso aceitar que as pessoas vão para lá às três da manhã para arranjar consulta, que só conseguem às vezes”, afirma Amândio Freitas, que exige a colocação de mais um médico. O presidente da Junta de Freguesia diz saber das dificuldades de atrair pessoal clínico, mas sustenta que a dimensão e a população de Benfica do Ribatejo justifica um esforço por parte das autoridades responsáveis pela saúde no distrito.
Benfica do Ribatejo
Retrato da freguesia
A freguesia de Benfica do Ribatejo pertence ao concelho de Almeirim; actualmente, tem cerca de 3.500 habitantes, espalhados pela sede de freguesia e pelos restantes lugares que a compõem: Foros de Benfica, Cortiçois e Azeitada. A principal actividade é a agricultura, sobretudo a vinha, o milho, o tomate e outras culturas hortícolas típicas da lezíria ribatejana; o pequeno comércio e a restauração são áreas de negócio que também têm alguma expressão na economia local. Em termos eductivos, Benfica do Ribatejo possui dois jardins-de-infância, em Benfica e Foros de Benfica, e três escolas do 1º ciclo, em Benfica, Cortiçois e Foros de Benfica.
Em termos de equipamentos desportivos, tem três ringues polidesportivos e um pavilhão gimnodesportivo novo, inaugurado há cerca de um ano, e que serve sobretudo para as actividades físicas dos alunos das escolas e para as colectividades locais com modalidades desportivas.Texto de:João Nuno Pepino

Rota das Freguesias
Benfica do Ribatejo
Centro cultural é ambição da freguesia

Benfica do Ribatejo precisa de um "mini cento cultural" a funcionar na vila. Quem o defende é o presidente da Junta de Freguesia, Amândio Freitas, explicando que quer ver a ideia, que por enquanto ainda não saiu do papel, concretizada em projecto quanto antes. "Precisamos de um equipamento que reúna no mesmo espaço uma biblioteca, os postos de Internet, salas de estudo e que permita realizar actividades culturais", afirma o presidente, adiantando que o centro cultural poderá nascer ou nas antigas instalações do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) ou no mercado diário.
Quanto ao edifício abandonado do IVV, a Junta de Freguesia não admite vê-lo "ali podre e a cair", e prepara-se para iniciar os primeiros contactos com este organismo público para uma eventual cedência do espaço, com condições favoráveis para ambas as partes, visto que necessitará posteriormente de ser arranjado e remodelado. A falta de vendedores no mercado diário é uma das principais razões que leva a Junta de Freguesia a propô-lo para reconversão num edifício que sirva a cultura local; "de momento, só uma peixeira lá vende", informa Amândio Freitas.
Para o autarca local, a casa das colectividades que existe na vila não pode ser confundida com um espaço cultural. "Não têm a mesma vocação", diz Amândio Freitas, explicando que este equipamento – inaugurado há cerca de um ano e que acolhe a sede social de várias colectividades da freguesia – não serve para acolher os equipamentos que a Junta quer criar. "Aquela casa tem uma sala de espectáculos para bailes, um bar e gabinetes para as associações, mas não tem condições para receber uma biblioteca ou salas de estudo", afirma o presidente, particularmente crítico em relação ao investimento que ali foi feito.
A construção de uma casa mortuária é outro projecto que a Junta quer ver arrancar em 2007, na sede de freguesia. Actualmente, os familiares reúnem-se na igreja velha, que não oferece condições nem comodidade para velar os defuntos com dignidade. "Além disso, uma nova casa mortuária serviria para toda a população, independentemente das suas confissões religiosas", alerta Amândio Freitas, sublinhando que também se justificava a construção de uma casa mortuária nos Foros de Benfica.
Neste mandato, a Junta congratula-se por finalmente ter conseguido adquirir um autocarro "para colocar ao serviço das instituições da terra", e assinala que foi feito o alcatroamento de algumas estradas, nos Cortiçois e Foros de Benfica, e o embelezamento exterior da zona envolvente ao Pavilhão Desportivo e à Igreja. Na Azeitada, outro lugar que compõe a freguesia, a Junta está prestes a concluir uma estação de tratamento para dar andamento aos esgotos. "É um investimento que a aldeia esperava há nove anos e que só agora vai estar pronto", remata Amândio Freitas.
Complexo desportivo ao ar livre está em andamento
O grande centro desportivo ao ar livre que a Junta de Freguesia quer construir no Pinhal do Bacalhau está também em andamento. Apresentado o ano passado, o executivo já recebeu o esboço devidamente elaborado pelos serviços da Câmara Municipal de Almeirim. “Isto não se faz a carregar num botão”, diz Amândio Freitas, explicando que um projecto desta envergadura demora tempo a concretizar. No total, são 5,5 hectares destinados ao desporto e a actividades ao ar livre; comporta um campo de futebol de 11 com relvado sintético, um campo de futebol de 7 em piso pelado, uma pista de manutenção, courts de ténis, e uma zona para jogos tradicionais como o chinquilho ou a petanca, um desporto com grande popularidade no concelho. A construção será faseada e o investimento total ronda os 900 mil euros.
A Associação de Solidariedade Social de Benfica do Ribatejo

A maior “empresa” de Benfica
A Associação de Solidariedade Social de Benfica do Ribatejo (ASSBF) não é uma "empresa" no sentido mais comum do termo, mas é a instituição mais dinâmica da freguesia; presta os seus serviços na área social, concretamente no apoio à terceira idade e às crianças. A construção de um lar de idosos é a grande ambição desta instituição, que recentemente viu a sua candidatura ao programa PARES ser chumbada pelo ministério que tutela a Segurança Social. O projecto recebeu nota máxima, mas "foi preterido porque a área geográfica em que Benfica do Ribatejo se insere não foi considerada prioritária em relação a outras regiões mais carentes", explica a directora técnica da associação, Maria Clara Pó. O presidente da ASSBF, Manuel Correia Marques, também lamenta esta decisão, e sustenta que um equipamento destes "é a grande carência da freguesia". Mas, sem apoios públicos, vai ser difícil de concretizar, reconhece o mesmo, adiantado que só falta mesmo o dinheiro, porque o terreno já existe, situado junto ao edifício do centro de dia da associação.
Mesmo assim, trabalho não falta; a creche da instituição acolhe de momento 35 crianças dos 4 meses aos 3 anos, divididos em três salas consoante a idade. "Estamos a funcionar no limite das nossas capacidades", explica Maria Clara Pó, adiantando que não há crianças em lista de espera na freguesia. Quanto ao centro de dia, acolhe de momento 31 utentes e presta apoio domiciliário a mais 35 idosos, muitos deles sem mobilidade para saírem das suas próprias casas, e espalhados por todos os lugares da freguesia, o que inclui Foros de Benfica, Cortiçois e Azeitada. "Como há falta de lares, esta valência tem crescido bastante", nota a directora técnica.
A ASSBF teve também um ATL a funcionar até ao ano lectivo passado, mas que foi desactivado porque as escolas prolongaram o seu horário de funcionamento e deixaram a valência sem crianças. Mas vai ser reutilizado como campo de férias, durante as pausas escolares, informam os responsáveis.
Fundada em 1984, por iniciativa de um grupo de benfiquenses ligados à antiga Casa do Povo, esta instituição é hoje a maior empregadora da freguesia; garante 23 postos de trabalho, com 19 funcionárias no quadro, três em programas ocupacionais do Centro de Emprego e uma estagiária. Tem um veículo comercial e três carrinhas para o apoio domiciliário e transporte de idosos; recentemente, adquiriu uma carrinha adaptada para cadeira de rodas, o que permite melhorar o transporte dos utentes com menor mobilidade.
Benfica do Ribatejo
Uma vila que se quer limpa e asseada

Uma das grandes preocupações da Junta de Freguesia está relacionada com a limpeza e o bom aspecto dos espaços públicos, quer para os residentes em Benfica, quer para quem visita a vila. É neste sentido que o executivo reclama uma maior atenção à empresa que trata da limpeza dos contentores do lixo, contratada pela Câmara de Almeirim. “A empresa coloca lá um papelinho a dizer lavado, mas é mentira; aliás, o papelinho ainda suja mais o contentor porque é mais lixo que fica agarrado a ele”, brinca Amândio Freitas, para quem “é pena que a empresa não seja tão boa a lavar e desinfectar como é a colar papéis”. Para assegurar a manutenção dos jardins espaços públicos, a Junta tem a seu cargo, neste momento, seis trabalhadores, e vai avançar em breve para a aquisição de uma máquina varredoura.
Empreendimento - Empresa local promove projecto
Expansão urbanística serve para fixar os mais jovens
Situada junto ao Pinhal do Bacalhau, a zona que irá acolher o futuro complexo desportivo da vila, o empreendimento urbanístico "Fonte Branca" já começou a ser construído. A urbanização tem 42 lotes destinados a moradias e vivendas de projecto livre, com áreas compreendidas entre os 650 e 1.400 metros quadrados; "as primeiras construções começaram já a surgir, evidenciando o gosto dos proprietários pelo Ribatejo, patente nos projectos de arquitectura escolhidos", explica Helena Malfeito Ferreira. A sócia-gerente da empresa promotora, a "Malfeito Ferreira, Investimentos Imobiliários, Lda.", sublinha também que o empreendimento contempla a construção de seis lotes de apartamentos, "formando um núcleo central com projecto aprovado que traz à memória a traça das casas apalaçadas da região", um factor que dá consistência urbanística a todo o espaço.
O público-alvo vai desde os casais jovens da terra até residentes em zonas urbanas que procuram no campo uma segunda habitação de fim-de-semana.
A urbanização "Fonte Branca" vai incluir um espaço lúdico, integrado numa extensa zona verde já existente e que terá um picadeiro, no qual vão decorrer eventos, alguns ligados à festa brava, e onde serão leccionadas aulas de equitação, sublinha Helena Malfeito Ferreira, acrescentando que esta é mais uma forma de reviver ali as tradições ribatejanas.
O aparecimento de empresários interessados em investir no imobiliário é visto com bons olhos pela Junta de Freguesia local. Além de serem importantes para o desenvolvimento económico da vila, são uma forma de evitar que os mais jovens vão morar para outras paragens, e de atrair novos residentes a Benfica do Ribatejo. Além de destacar a importância da urbanização "Fonte Branca", o presidente Amândio Freitas adianta que há outro promotor já interessado em desenvolver um projecto imobiliário de dimensões consideráveis num terreno próximo deste local.
“É urgente rever o PDM”
Na sua grande maioria e tal como estão, os Planos Directores Municipais (PDM) são “um garrote ao desenvolvimento do país”, declara o presidente da Junta de Benfica do Ribatejo. Amândio Freitas conta que na freguesia há casos “verdadeiramente ridículos”, sobretudo em Foros de Benfica e Cortiçois. “Há um caso de um terreno ladeado por duas casas onde, no meio, não se pode construir porque o PDM diz que aquilo é reserva agrícola”, exemplifica, exigindo que se resolvam “quanto antes estas situações”. O PDM do concelho de Almeirim está em processo de revisão; a freguesia de Benfica do Ribatejo formou uma comissão para receber e analisar localmente as propostas e sugestões, que agora vai transmitir à Câmara Municipal. Uma das propostas apresentadas vai no sentido de reservar uma zona específica destinada à criação de um centro de actividades económicas.
Quando visitar Benfica

As principais efemérides e acontecimentos populares em Benfica do Ribatejo são as comemorações de elevação a vila (que se assinala a 21 de Junho, desde 1995), as tasquinhas típicas, as cerimónias do 25 de Abril e o Carnaval, embora seja frequente as associações e colectividades locais organizarem várias actividades desportivas e culturais ao longo de todo o ano. De todas estas manifestações, destaque para o carnaval, tipicamente português e de fortes tradições na freguesia; todos os anos, consegue juntar muitos dos habitantes num corso colorido ao longo da EN 114.
1.300 utentes sem médico de família
Um médico com urgência
Um dos maiores problemas que a vila enfrenta actualmente tem a ver com o facto da extensão de saúde estar a funcionar há cerca de sete meses com apenas um médico, desde que se reformou uma das profissionais que ali prestava serviço. Esta situação deixa cerca de 1.300 utentes sem médico de família, na sua maioria idosos e sem possibilidades económicas para recorrer à medicina privada. “Não posso aceitar que as pessoas vão para lá às três da manhã para arranjar consulta, que só conseguem às vezes”, afirma Amândio Freitas, que exige a colocação de mais um médico. O presidente da Junta de Freguesia diz saber das dificuldades de atrair pessoal clínico, mas sustenta que a dimensão e a população de Benfica do Ribatejo justifica um esforço por parte das autoridades responsáveis pela saúde no distrito.
Benfica do Ribatejo
Retrato da freguesia
A freguesia de Benfica do Ribatejo pertence ao concelho de Almeirim; actualmente, tem cerca de 3.500 habitantes, espalhados pela sede de freguesia e pelos restantes lugares que a compõem: Foros de Benfica, Cortiçois e Azeitada. A principal actividade é a agricultura, sobretudo a vinha, o milho, o tomate e outras culturas hortícolas típicas da lezíria ribatejana; o pequeno comércio e a restauração são áreas de negócio que também têm alguma expressão na economia local. Em termos eductivos, Benfica do Ribatejo possui dois jardins-de-infância, em Benfica e Foros de Benfica, e três escolas do 1º ciclo, em Benfica, Cortiçois e Foros de Benfica.
Em termos de equipamentos desportivos, tem três ringues polidesportivos e um pavilhão gimnodesportivo novo, inaugurado há cerca de um ano, e que serve sobretudo para as actividades físicas dos alunos das escolas e para as colectividades locais com modalidades desportivas.Texto de:João Nuno Pepino
quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007
81 Aniversário
Associação Cultural e Desportiva de Benfica do Ribatejo - Ainda Designada Associação de Socorros Mútuos de Benfica do Ribatejo(devido a questões de legalização associativa)
Comemora hoje o seu 81º Aniversário

Foi no ano de 1926 que nasceu em Benfica do Ribatejo a 1ª Associação -com a designação de Associação Humanitária Benfiquense, que por questões legais foi alterada nos anos 90 para Associação de Socorros Mútuos.
Encontrando-se agora com alguns problemas legais para extinção da anterior Associação, visto ser uma Associação de Socorros Mútuos,que só poderá ser extinta com ordem Governamental.
Mas para a História assinala-se hoje o seu 81ºAniversário que foi assinalado com fogo de vários morteiros dando a alvorada, tradição que se mantêm desde a sua Fundação de madrugada os Directores lançam durante quase uma hora fogo de morteiro assinalando a data.
Comemora hoje o seu 81º Aniversário
Foi no ano de 1926 que nasceu em Benfica do Ribatejo a 1ª Associação -com a designação de Associação Humanitária Benfiquense, que por questões legais foi alterada nos anos 90 para Associação de Socorros Mútuos.
Encontrando-se agora com alguns problemas legais para extinção da anterior Associação, visto ser uma Associação de Socorros Mútuos,que só poderá ser extinta com ordem Governamental.
Mas para a História assinala-se hoje o seu 81ºAniversário que foi assinalado com fogo de vários morteiros dando a alvorada, tradição que se mantêm desde a sua Fundação de madrugada os Directores lançam durante quase uma hora fogo de morteiro assinalando a data.
terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007
Desfile Carnaval em Benfica do Ribatejo 2007

Decorreram em Benfica do Ribatejo os tradicionais desfiles de Carnaval, organizados pela Comissão criada para o efeito com a colaboração da Junta de Freguesia.
Durante os desfiles de Domingo 18 e 20 Terça-Feira de Carnaval milhares de pessoas,deslocaram-se dos mais variados pontos do Pais, para assistirem ao longo dos 800metros da EN118 em pleno centro da Vila,a um bonito desfile limitado no orçamento, mas com a alegria das gentes do Ribatejo..
O Ribatejo sempre bem representado e nunca esquecido.

Centenas de Litros de Imperial foram gratuitamente oferecidos aos visitantes que já tinham a boca seca, de tanto rir com os nossos tradicionais ensaiados
segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007
segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007
quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
terça-feira, 23 de Janeiro de 2007
sexta-feira, 5 de Janeiro de 2007
terça-feira, 19 de Dezembro de 2006
segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006
Imagens do que resta,na vila,dos achados Arqueológicos da Vila de Benfica do Ribatejo - Onde está o resto do Espólio?! E a quem pertence a sua posse?!
domingo, 26 de Novembro de 2006
Preservação das Memórias Culturais de Benfica do Ribatejo
Villa Romana de Azeitada II

Concheiro epipaleolítico do vale da Fonte da Moça

A ocupação da região é muito antiga, tendo sido a proximidade do rio Tejo e a riqueza natural os factores que mais terão influenciado os homens a instalarem-se na região, havendo vestígios da presença humana desde a pré-história até à época romana, por todo o vale do Tejo. Exemplos da antiga presença humana no concelho são o concheiro epipaleolítico do vale da Fonte da Moça, os marcos miliários recentemente identificados, pertencentes à via romana que ligava Lisboa a Mérida e ainda a villa romana de Azeitada, em Benfica do Ribatejo.
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A Freguesia de Benfica do Ribatejo

A freguesia de Benfica do Ribatejo, situa-se a poente da área geográfica do concelho de Almeirim, fazendo limite com o concelho de Salvaterra de Magos, estendendo-se ao longo da E.N. 118 que a atravessa no sentido Sul/ Norte.
Foi ligada ao concelho de Almeirim, a partir de 1836, saindo do concelho de Santarém de que fazia parte.
A esta freguesia, cuja área é de 2.831,50 ha pertencem os lugares de Benfica do Ribatejo (antes Benfica), Cortiçóis, Azeitada e Foros de Benfica.
O orago é Santa Marta, que teve, também, o nome de Santa Marta de Moncão.
Julga-se que o nome de Santa Marta surge com a existência da quinta com esse nome, cuja construção data do século XVII, encontrando ligado a este edifício as propriedades do Conde de Atalaia.
O lugar de Cortiçóis nome proveniente da existência de aves com este nome e que são bastante comuns e sedentárias no Alentejo, surge em terrenos cedidos pelo Dr. Santos Moita, natural da freguesia de Benfica do Ribatejo, onde nasceu em 8 de Agosto de 1879 e faleceu em Lisboa em 2 de Setembro de 1945.
Lugar de Cortiçois
Pássaros CortiçóisHá cerca de um século atrás a terra de Cortiçóis tinha por nome Vila Nova de Oliveira. Nesta altura era apenas um arneiro onde existiam oliveiras e muitos pássaros chamados cortiçóis. As pessoas de Benfica do Ribatejo iam buscar terra para construir as suas casas e os caçadores iam à caça dos cortiçóis (pássaro).
Quando se encontravam perguntavam:
- Onde vais?
- Vou aos cortiçóis.
E assim a terra que seria Vila Nova de Oliveira passou a ter o nome dos pássaros “Cortiçóis”
" Excerto retirado de trabalho efectuado por alunos da E.B. Cortiçois"
Filhos da Terra - Dr.Santos Moita

25 Abril 1986-Colocado busto de Homenagem ao Dr. Santos Moita, no Lugar de Cortiçois, no Largo com o seu nome
Largo Dr. Santos Moita
Dr. Santos Moita, médico, deputado e jornalista era licenciado em medicina pela Universidade de Coimbra, exercendo clínica em Torres Novas.
Interrompendo esta actividade por algum tempo dedicou-se à política.
Em 27 de Fevereiro de 1910 funda em Torres Novas o Semanário Republicano “alerta” de era proprietário e director. Em 27 de Fevereiro de 1910 funda em Torres Novas o Semanário Republicano “alerta” de era proprietário e director.
Exerceu, também, alguns cargos políticos, sendo presidente da Câmara Municipal de Torres Novas a partir de 13 de Outubro de 1910.
Prestou, também, serviço militar como oficial médico na guerra de 1914/ 1918.
Regressando à terra de origem exerceu clinica a favor das pessoas mais carênciadas, dedicando-se à vitivinicultura sendo procurador da casa agrícola de António Pinto Coelho.
Possuía terras no sitio do alqueive, onde foi construído o bairro de Cortiçóis, que apresenta o traçado curioso das ruas se encontrarem perpendiculares.
Neste bairro existia um largo com o seu nome que servia para a realização de feira e mercados e que, depois após um arranjo urbanístico foi inaugurado em 10 de Março de 1984.
Neste espaço, além ajardinamento que valorizou o bairro, inclui um parque infantil, conste balneários, bar, zona verde, lago e um ringue polivalente com dimensões normais para práticas desportivas.
No dia 25 de Abril de 1986, foi colocado um busto do Dr. Santos Moita em, que se quis homenagear o grande benemérito da freguesia de Benfica do Ribatejo.
(Excerto retirado de " trabalho efectuado por alunos Escola E.B. 1 de Cortiçóis" localizada no Largo Dr. Moita em * Cortiçóis * Benfica do Ribatejo)
Filhos da Terra - Santos Moita
José Albano Pontes Santos Moita Morais de Macedo
Nasce a 17 de Outubro de 1930 em Benfica do Ribatejo.
Cresce no seio de uma família tradicional, onde sobressai a figura do avô, José Luís Santos Moita, médico, republicano, deputado à I Assembleia Constituinte e Governador Civil de Santarém.
A influência do avô foi determinante na formação de uma consciência e empenhamento social, traços marcantes da sua personalidade. Os grandes planos da campina ribatejana e do mar, duas alternantes da sua adolescência, são o ponto de partida para os primeiros desenhos.
Em 1951 casa, vindo a ter 5 filhos.
De 1954 a 1957 cumpre o serviço militar na Índia Portuguesa, contactando com artífices e artistas, trabalhando com eles o barro e o marfim.
Executa trabalhos de restauro, nomeadamente o da Capela de Nossa Senhora do Mar, em Damão.
Em 1959 inicia a sua actividade profissional nos escritórios da Siderurgia Nacional, onde trabalha durante 24 anos. Aqui toma contacto com o ferro e o aço, materiais que viria a utilizar em alguns dos seus trabalhos de pintura e escultura.
Em 1963 conhece Almada Negreiros na Cooperativa Gravura, a qual frequenta durante dois anos. Com Almada estuda e faz as primeiras experiências em gravura riscada sobre o vidro. Ainda em 1963, é premiado com um conjunto de trabalhos de gravação em marfim, nos II Jogos Florais do Trabalho.
Em 1964 desenha uma escultura em aço com 5 toneladas para as instalações do Clube do Pessoal da Siderurgia Nacional, associação da qual viria a ser Director das Actividades Culturais e Editor do Jornal Convívio.
Em 1965 conhece Artur Bual, o qual viria a influenciar a sua pintura.
Em 1972 e 1973 ilustra as capas de livros de Miguel Barbosa O Irineu do Morro e Mulher Macumba, publicados em Portugal e no Brasil. Entre 1972 e 1974 dirige as Galerias Futura e Opinião.
Em 1973 expõe diversos trabalhos nas Galerias Futura e Opinião como Hiroxima, Apocalipse, Poema para Manuel Alegre entre outros, os quais suscitaram duras críticas da imprensa do regime.
Entre 1973 e 1983, escreve diversos textos de apresentação e crítica de pintura para catálogos de Francisco Simões, Silva Palmeira, Júlio Ferreira, Fernando Meneses, Maria Lucília Moita, Villar de Sousa, entre outros.
Em 1980 Artur Bual retrata-o num acrílico de 2m x 1m.
Entre 1979 e 1983 impulsionou as exposições de Pintura na Codilivro.
Em 1980 organiza conjuntamente com Artur Bual e Francisco Simões a exposição Viagem ao Mundo da Linha, da Forma e da Cor a qual representou uma nova forma de expor arte, alargando o seu conceito.
Em 1980 o seu busto é feito em bronze pelo escultor Francisco Simões.
Em 1981 desenha alguns azulejos, efectuando uma breve incursão na arte da azulejaria.
Em 1983 publica o livro Cantares de Amigo, conjuntamente com outros três poetas, culminando a divulgação da sua poesia até então feita em tertúlias, na imprensa regional e em programas de poesia na rádio.
Em 18 de Maio de 1983, morre em Lisboa.
Em 1983 é homenageado com uma exposição na Codilivro – Lembrar Moita Macedo.
Em Outubro de 1983 é homenageado com uma exposição no Clube de Pessoal da Siderurgia Nacional.
Em 1985 é homenageado com uma exposição na Associação de Estudantes do Instituto Superior de Economia onde participam Artur Bual, Cargaleiro, Francisco Simões, Silva Palmeira, Stella de Brito, Henrique Mourato, Isabel Seruca, Vítor Ferreira, Guy Ferreira, Álvaro Gonzaga, Mena Brito, Mário Silva, Hugo Beja, Júlio Ferreira, Maria Lucília Moita, Adão Rodrigues, Miguel Barbosa, Manuel Peliquito, entre outros.
Em 1993 é editado o livro Poema da Terra dos Homens Curvados, escrito na década de 70.
Em 1993 é homenageado na Galeria de S. Bento numa exposição de Artur Bual, Francisco Simões, Mena Brito, Francisco Relógio e Miguel Barbosa.
Em 1997 são editadas pelo mestre António Inverno três serigrafias de obras de sua autoria.
Em 2000 Urbano Tavares Rodrigues escreve o prefácio para um novo livro de poesia ilustrado por Francisco Simões, editado em Outubro de 2002 pela Estar-editora.
Em 2001 Miguel Barbosa ilustra igualmente um livro da sua poesia, a publicar.
Em Dezembro de 2002 é homenageado, na Câmara Municipal de Lisboa, no lançamento do seu livro “Poemas” em simultâneo com uma exposição da sua pintura, por Urbano Tavares Rodrigues, Francisco Simões e Maria João Fernandes.
Em 2003 o Centro Português de Serigrafia produz quatro serigrafias de obras suas.
Em 2003, exposição de homenagem na Galeria São Mamede , intitulada “O prazer da Gestualidade”
ExposiçõesExposições Individuais
1971 Galeria Panorama; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Secretaria de Estado da Informação e Turismo, Palácio Foz. 1972 XI Aniversário da elevação de Queluz a Vila, Queluz; “Pintura Informal”, SCP, Portalegre. 1973 Galeria Futura; Galeria Opinião; Sociedade F. D. Timbre Seixalense, Seixal; Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril; Junta de Turismo da Costa da Caparica; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Galeria Futura; Galeria Arte Nova, Porto. 1974 Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril; Junta de Turismo da Costa da Caparica; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Galeria Futura; Galeria Arte Nova, Porto.
1977 Galeria Gioconda; Galeria Iberlivro. 1978 Codilivro1980 Galeria Peninsular; Codilivro.1981 Codilivro; Câmara Municipal, Vila Real de Santo António; Siderurgia Nacional, Seixal.
1982 Coral Luísa Todi, Setúbal; Adega Zé da Rosa; Biblioteca Municipal, Sesimbra.
1991 Galeria Diário de Notícias.
1993 Galeria de São Bento.
1996 Clube dos Empresários, Lisboa.
2001 Enes Arte Contemporânea; Museu de Electricidade da Madeira (Funchal).
2002 Câmara Municipal de Lisboa, Padrão dos Descobrimentos; Câmara Municipal da Nazaré, Centro Cultural da Nazaré. 2003 Galeria S. Mamede, “O Prazer da Gestualidade”
Exposições Colectivas
1969 I Salão Novíssimos, Grupo de Amigos da Costa da Caparica.
1970 III Salão de Artes Plásticas, Amadora; VIII Salão de Arte Moderna, Estoril; XVI Salão de Outono, Estoril; Clube do Pessoal da Siderurgia Nacional.
1971 Galeria Internacional, Cascais; I Exposição de Artes Plásticas, Queluz; XVIII Salão de Outono, Estoril; “Sete Artistas”, Palácio Foz.
1973 I Exposição Colectiva de Pintura, Gravura e Cerâmica Matur, Madeira; Valigia Diplomática, Milão, Itália; Belas Artes, Sociedade Nacional de Belas Artes.
1974 Exposição-Leilão, Sociedade Nacional de Belas Artes; Salão de Os Franceses, Barreiro; Pintura Moderna Contemporânea, Galeria Dinastia; Solidariedade com os Pintores Espanhóis, Galeria Iberlivro.
1976 Dia das Comunidades Portuguesas, Touluse, Califórnia, EUA.
1978 Galeria Gioconda; Exposição Itinerante Comité José Dias Coelho (Ribatejo e Setúbal).
1980 II Bienal de Artes Plásticas, Vila Nova de Cerveira; “Viagem ao Mundo da Linha, da Forma e da Cor”, Oficina da Cultura, Câmara Municipal, Almada; Galeria Alvarez, Porto.
1981 Centro Cultural “Entreposto”; Colectiva I, Galeria Interlivro; 42.º Aniversário da SFUAP, Cova da Piedade; Casino, Monte Gordo; Salão Colectivo das festas da Cidade, Barreiro.
1983 Oficina da Cultura, Câmara Municipal, Almada.
1992 I Bienal do Sabugal.
1994 Galeria de São Bento, Lisboa.
1995 Galeria de São Francisco, Lisboa.
1996 Galeria de São Bento, Lisboa; Biblioteca Municipal Calouste Gulbenkian, Ponte de Sôr.
1997 Almadarte; Galeria Maria Pia, Lisboa
Publicações
La pintura informale de Moita Macedo Valigia Diplomática, Milão. Texto de Razetti, 143/144, 1973 Moita Moraes de Macedo. Les Artistes Européens Studio Documentazione Artística, Lugano, Suíça. Texto de Lillo Cicero, 1974 Moita Macedo está na tela Catálogo Galeria Futura, Lisboa. Texto de Lud, 1974 Moita Macedo Portuguese 20th Century Artists. A biographical dictionary, Phillmore & Co. Ltd, West Sussex, Inglaterra. MichaelTannock, 1978 Moita Macedo, Catálogo Galeria Diário de Notícias, Lisboa, Texto de Miguel Barbosa, 1991 Uma palavra sobre Moita Macedo, Catálogo – Galeria de S. Bento, Lisboa. Texto de Hugo Beja, 1993 Poemas da Terra dos Homens Curvados, Editorial Maré, Lisboa A noite era grito e era gemido, Catálogo Clube dos Empresários, Lisboa. Texto de Eurico Gonçalves, 1996 Moita Macedo, Pintor Gestual, Revista Galeria de Arte, nº 6, ano 3, 1996/1997, Centro Português de Serigrafia, Lisboa. Texto de António Valdemar, 1996 Anuário de Antiguidades e Artes Plásticas, Estar-editora, Lisboa. Texto de Alice Branco, 1998 NoiteTransfigurada, Catálogo Galeria Enes, Arte Contemporânea, Lisboa, Texto de Maria João Fernandes, 2001 Moita Macedo, Catálogo Museu da Electricidade da Madeira, Funchal. Texto de Edgardo Xavier, 2001 Moita Macedo, Poemas, Estar-editora, Lisboa, 2002.
2003, “Moita Macedo – Obra Plástica” (Editora Caleidoscópio)
Colecções e Museus em que está Representado
Câmara Municipal da Nazaré Fundação Mário Botas Fundação António Prates Governo Regional da Madeira Mundial Confiança, SA Museu de Arte Moderna de Nova York Museu da Electricidade da Madeira Museu Cabanas, Vila Real de Santo António SAG – Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA
Prémios e Homenagens
Prémio II Jogos Florais do Trabalho, 1963 Prémio Gravura e Artes Plásticas, Siderurgia Nacional Medalha de Bronze VIII Salão de Arte Moderna da Costa do Estoril Placa de Prata, Exposição XI Aniversário da elevação de Queluz a Vila, 1972 Homenagem no I Salão de Arte da Feira Popular, 1983 Homenagem na Codilivro, 1983 Homenagem de 20 pintores, no Instituto Superior de Economia, 1985 Homenagem na Galeria de S. Bento, Artur Bual, Francisco Simões, Mena Brito, Miguel Barbosa, Relógio, 1993 Homenagem na Câmara Municipal de Lisboa, Padrão dos Descobrimentos, 2002
Nasce a 17 de Outubro de 1930 em Benfica do Ribatejo.
Cresce no seio de uma família tradicional, onde sobressai a figura do avô, José Luís Santos Moita, médico, republicano, deputado à I Assembleia Constituinte e Governador Civil de Santarém.
A influência do avô foi determinante na formação de uma consciência e empenhamento social, traços marcantes da sua personalidade. Os grandes planos da campina ribatejana e do mar, duas alternantes da sua adolescência, são o ponto de partida para os primeiros desenhos.
Em 1951 casa, vindo a ter 5 filhos.
De 1954 a 1957 cumpre o serviço militar na Índia Portuguesa, contactando com artífices e artistas, trabalhando com eles o barro e o marfim.
Executa trabalhos de restauro, nomeadamente o da Capela de Nossa Senhora do Mar, em Damão.
Em 1959 inicia a sua actividade profissional nos escritórios da Siderurgia Nacional, onde trabalha durante 24 anos. Aqui toma contacto com o ferro e o aço, materiais que viria a utilizar em alguns dos seus trabalhos de pintura e escultura.
Em 1963 conhece Almada Negreiros na Cooperativa Gravura, a qual frequenta durante dois anos. Com Almada estuda e faz as primeiras experiências em gravura riscada sobre o vidro. Ainda em 1963, é premiado com um conjunto de trabalhos de gravação em marfim, nos II Jogos Florais do Trabalho.
Em 1964 desenha uma escultura em aço com 5 toneladas para as instalações do Clube do Pessoal da Siderurgia Nacional, associação da qual viria a ser Director das Actividades Culturais e Editor do Jornal Convívio.
Em 1965 conhece Artur Bual, o qual viria a influenciar a sua pintura.
Em 1972 e 1973 ilustra as capas de livros de Miguel Barbosa O Irineu do Morro e Mulher Macumba, publicados em Portugal e no Brasil. Entre 1972 e 1974 dirige as Galerias Futura e Opinião.
Em 1973 expõe diversos trabalhos nas Galerias Futura e Opinião como Hiroxima, Apocalipse, Poema para Manuel Alegre entre outros, os quais suscitaram duras críticas da imprensa do regime.
Entre 1973 e 1983, escreve diversos textos de apresentação e crítica de pintura para catálogos de Francisco Simões, Silva Palmeira, Júlio Ferreira, Fernando Meneses, Maria Lucília Moita, Villar de Sousa, entre outros.
Em 1980 Artur Bual retrata-o num acrílico de 2m x 1m.
Entre 1979 e 1983 impulsionou as exposições de Pintura na Codilivro.
Em 1980 organiza conjuntamente com Artur Bual e Francisco Simões a exposição Viagem ao Mundo da Linha, da Forma e da Cor a qual representou uma nova forma de expor arte, alargando o seu conceito.
Em 1980 o seu busto é feito em bronze pelo escultor Francisco Simões.
Em 1981 desenha alguns azulejos, efectuando uma breve incursão na arte da azulejaria.
Em 1983 publica o livro Cantares de Amigo, conjuntamente com outros três poetas, culminando a divulgação da sua poesia até então feita em tertúlias, na imprensa regional e em programas de poesia na rádio.
Em 18 de Maio de 1983, morre em Lisboa.
Em 1983 é homenageado com uma exposição na Codilivro – Lembrar Moita Macedo.
Em Outubro de 1983 é homenageado com uma exposição no Clube de Pessoal da Siderurgia Nacional.
Em 1985 é homenageado com uma exposição na Associação de Estudantes do Instituto Superior de Economia onde participam Artur Bual, Cargaleiro, Francisco Simões, Silva Palmeira, Stella de Brito, Henrique Mourato, Isabel Seruca, Vítor Ferreira, Guy Ferreira, Álvaro Gonzaga, Mena Brito, Mário Silva, Hugo Beja, Júlio Ferreira, Maria Lucília Moita, Adão Rodrigues, Miguel Barbosa, Manuel Peliquito, entre outros.
Em 1993 é editado o livro Poema da Terra dos Homens Curvados, escrito na década de 70.
Em 1993 é homenageado na Galeria de S. Bento numa exposição de Artur Bual, Francisco Simões, Mena Brito, Francisco Relógio e Miguel Barbosa.
Em 1997 são editadas pelo mestre António Inverno três serigrafias de obras de sua autoria.
Em 2000 Urbano Tavares Rodrigues escreve o prefácio para um novo livro de poesia ilustrado por Francisco Simões, editado em Outubro de 2002 pela Estar-editora.
Em 2001 Miguel Barbosa ilustra igualmente um livro da sua poesia, a publicar.
Em Dezembro de 2002 é homenageado, na Câmara Municipal de Lisboa, no lançamento do seu livro “Poemas” em simultâneo com uma exposição da sua pintura, por Urbano Tavares Rodrigues, Francisco Simões e Maria João Fernandes.
Em 2003 o Centro Português de Serigrafia produz quatro serigrafias de obras suas.
Em 2003, exposição de homenagem na Galeria São Mamede , intitulada “O prazer da Gestualidade”
ExposiçõesExposições Individuais
1971 Galeria Panorama; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Secretaria de Estado da Informação e Turismo, Palácio Foz. 1972 XI Aniversário da elevação de Queluz a Vila, Queluz; “Pintura Informal”, SCP, Portalegre. 1973 Galeria Futura; Galeria Opinião; Sociedade F. D. Timbre Seixalense, Seixal; Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril; Junta de Turismo da Costa da Caparica; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Galeria Futura; Galeria Arte Nova, Porto. 1974 Junta de Turismo da Costa do Sol, Estoril; Junta de Turismo da Costa da Caparica; Biblioteca Municipal, Sesimbra; Galeria Futura; Galeria Arte Nova, Porto.
1977 Galeria Gioconda; Galeria Iberlivro. 1978 Codilivro1980 Galeria Peninsular; Codilivro.1981 Codilivro; Câmara Municipal, Vila Real de Santo António; Siderurgia Nacional, Seixal.
1982 Coral Luísa Todi, Setúbal; Adega Zé da Rosa; Biblioteca Municipal, Sesimbra.
1991 Galeria Diário de Notícias.
1993 Galeria de São Bento.
1996 Clube dos Empresários, Lisboa.
2001 Enes Arte Contemporânea; Museu de Electricidade da Madeira (Funchal).
2002 Câmara Municipal de Lisboa, Padrão dos Descobrimentos; Câmara Municipal da Nazaré, Centro Cultural da Nazaré. 2003 Galeria S. Mamede, “O Prazer da Gestualidade”
Exposições Colectivas
1969 I Salão Novíssimos, Grupo de Amigos da Costa da Caparica.
1970 III Salão de Artes Plásticas, Amadora; VIII Salão de Arte Moderna, Estoril; XVI Salão de Outono, Estoril; Clube do Pessoal da Siderurgia Nacional.
1971 Galeria Internacional, Cascais; I Exposição de Artes Plásticas, Queluz; XVIII Salão de Outono, Estoril; “Sete Artistas”, Palácio Foz.
1973 I Exposição Colectiva de Pintura, Gravura e Cerâmica Matur, Madeira; Valigia Diplomática, Milão, Itália; Belas Artes, Sociedade Nacional de Belas Artes.
1974 Exposição-Leilão, Sociedade Nacional de Belas Artes; Salão de Os Franceses, Barreiro; Pintura Moderna Contemporânea, Galeria Dinastia; Solidariedade com os Pintores Espanhóis, Galeria Iberlivro.
1976 Dia das Comunidades Portuguesas, Touluse, Califórnia, EUA.
1978 Galeria Gioconda; Exposição Itinerante Comité José Dias Coelho (Ribatejo e Setúbal).
1980 II Bienal de Artes Plásticas, Vila Nova de Cerveira; “Viagem ao Mundo da Linha, da Forma e da Cor”, Oficina da Cultura, Câmara Municipal, Almada; Galeria Alvarez, Porto.
1981 Centro Cultural “Entreposto”; Colectiva I, Galeria Interlivro; 42.º Aniversário da SFUAP, Cova da Piedade; Casino, Monte Gordo; Salão Colectivo das festas da Cidade, Barreiro.
1983 Oficina da Cultura, Câmara Municipal, Almada.
1992 I Bienal do Sabugal.
1994 Galeria de São Bento, Lisboa.
1995 Galeria de São Francisco, Lisboa.
1996 Galeria de São Bento, Lisboa; Biblioteca Municipal Calouste Gulbenkian, Ponte de Sôr.
1997 Almadarte; Galeria Maria Pia, Lisboa
Publicações
La pintura informale de Moita Macedo Valigia Diplomática, Milão. Texto de Razetti, 143/144, 1973 Moita Moraes de Macedo. Les Artistes Européens Studio Documentazione Artística, Lugano, Suíça. Texto de Lillo Cicero, 1974 Moita Macedo está na tela Catálogo Galeria Futura, Lisboa. Texto de Lud, 1974 Moita Macedo Portuguese 20th Century Artists. A biographical dictionary, Phillmore & Co. Ltd, West Sussex, Inglaterra. MichaelTannock, 1978 Moita Macedo, Catálogo Galeria Diário de Notícias, Lisboa, Texto de Miguel Barbosa, 1991 Uma palavra sobre Moita Macedo, Catálogo – Galeria de S. Bento, Lisboa. Texto de Hugo Beja, 1993 Poemas da Terra dos Homens Curvados, Editorial Maré, Lisboa A noite era grito e era gemido, Catálogo Clube dos Empresários, Lisboa. Texto de Eurico Gonçalves, 1996 Moita Macedo, Pintor Gestual, Revista Galeria de Arte, nº 6, ano 3, 1996/1997, Centro Português de Serigrafia, Lisboa. Texto de António Valdemar, 1996 Anuário de Antiguidades e Artes Plásticas, Estar-editora, Lisboa. Texto de Alice Branco, 1998 NoiteTransfigurada, Catálogo Galeria Enes, Arte Contemporânea, Lisboa, Texto de Maria João Fernandes, 2001 Moita Macedo, Catálogo Museu da Electricidade da Madeira, Funchal. Texto de Edgardo Xavier, 2001 Moita Macedo, Poemas, Estar-editora, Lisboa, 2002.
2003, “Moita Macedo – Obra Plástica” (Editora Caleidoscópio)
Colecções e Museus em que está Representado
Câmara Municipal da Nazaré Fundação Mário Botas Fundação António Prates Governo Regional da Madeira Mundial Confiança, SA Museu de Arte Moderna de Nova York Museu da Electricidade da Madeira Museu Cabanas, Vila Real de Santo António SAG – Soluções Automóvel Globais, SGPS, SA
Prémios e Homenagens
Prémio II Jogos Florais do Trabalho, 1963 Prémio Gravura e Artes Plásticas, Siderurgia Nacional Medalha de Bronze VIII Salão de Arte Moderna da Costa do Estoril Placa de Prata, Exposição XI Aniversário da elevação de Queluz a Vila, 1972 Homenagem no I Salão de Arte da Feira Popular, 1983 Homenagem na Codilivro, 1983 Homenagem de 20 pintores, no Instituto Superior de Economia, 1985 Homenagem na Galeria de S. Bento, Artur Bual, Francisco Simões, Mena Brito, Miguel Barbosa, Relógio, 1993 Homenagem na Câmara Municipal de Lisboa, Padrão dos Descobrimentos, 2002
quinta-feira, 23 de Novembro de 2006
Villa Romana de Azeitada
A ocupação da região é muito antiga, tendo sido a proximidade do rio Tejo e a riqueza natural os factores que mais terão influenciado os homens a instalarem-se na região, havendo vestígios da presença humana desde a pré-história até à época romana, por todo o vale do Tejo. Exemplos da antiga presença humana no concelho são o concheiro epipaleolítico do vale da Fonte da Moça, os marcos miliários recentemente identificados, pertencentes à via romana que ligava Lisboa a Mérida e ainda a villa romana de Azeitada, em Benfica do Ribatejo.
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Vila com História
Os achados arqueológicos da Estação da Azeitada (Benfica) e do Alto dos Cacos (Almeirim), testemunham a presença humana a partir do Paleolítico superior. As épocas do Bronze e do Ferro revelam a presença de populações que desenvolveram a agricultura e a criação de gado.
Os Romanos que chegaram no Séc. I a. c., ocuparam esta zona, demarcando terras e criando «Villae» agrícolas, destacando-se a cultura do trigo, da oliveira e a criação de gado. As Legiões Romanas do décimo Junius Brutus acamparam perto de Santarém deixando marcas importantes.
Existem notícias de que já no tempo dos mouros, havia no local uma povoação com o nome que hoje tem: Al-Meirim, que poderá ser nome de homem ou (segundo o Dr. Jorge Custódio) Meirim pode ter o significado de paul, em árabe. De facto os pauis caracterizavam os solos desta região.Em 1411 o rei D. João I compra as terras compreendidas entre o Paúl da Atela e o da Azeitada (Arneiros de Vila Longa - Benfica do Ribatejo). Os terrenos são divididos pelo rei (Reguengo da Terrugem), pelo Patriarcado de Lisboa, por Ordens Religiosas e proprietários de Santarém e Lisboa.
(Dr. António Cláudio, in “Conhecer Almeirim” ).
Os Romanos que chegaram no Séc. I a. c., ocuparam esta zona, demarcando terras e criando «Villae» agrícolas, destacando-se a cultura do trigo, da oliveira e a criação de gado. As Legiões Romanas do décimo Junius Brutus acamparam perto de Santarém deixando marcas importantes.
Existem notícias de que já no tempo dos mouros, havia no local uma povoação com o nome que hoje tem: Al-Meirim, que poderá ser nome de homem ou (segundo o Dr. Jorge Custódio) Meirim pode ter o significado de paul, em árabe. De facto os pauis caracterizavam os solos desta região.Em 1411 o rei D. João I compra as terras compreendidas entre o Paúl da Atela e o da Azeitada (Arneiros de Vila Longa - Benfica do Ribatejo). Os terrenos são divididos pelo rei (Reguengo da Terrugem), pelo Patriarcado de Lisboa, por Ordens Religiosas e proprietários de Santarém e Lisboa.
(Dr. António Cláudio, in “Conhecer Almeirim” ).
Factos Históricos
Com importância encontram-se os Palácios da Quinta da Alorna que foi residência de D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, a escritora Alcipe, 4ª Marquesa da Alorna.Palácio do Casal Branco, famoso por ter sido palco de divertimentos tauromáquicos do Rei D. Miguel e a Quinta de Santa Marta, na freguesia de Benfica do Ribatejo que foi residência do Conde de Atalaia.Mas outros factos históricos se prendem a Almeirim:Por aqui passava a notável via militar romana que, partindo de Lisboa para Mérida, capital da Lusitânia. Esta seta ficaria integrada no Brasão da Vila de Almeirim, assinalando este facto.
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